São Vicente/Covid-19: Observatório de Cidadania Activa regozija-se com cancelamento das festas de fim-de-ano na via pública

Mindelo, 28 Dez ( Inforpress)- O Observatório da Cidadania Activa de Cabo Verde mostrou-se hoje satisfeito com o Governo por colocar o País em situação de contingência face ao aumento de casos de covid-19 e proibir festas de fim-de-ano na via pública.

Em comunicado enviado à Inforpress, o Observatório da Cidadania Activa defendeu que essas medidas “trazem alívio” a todos os cidadãos, técnicos de saúde e organismos da sociedade civil que nos últimos dias tèm manifestado a sua preocupação de diversas formas em relação a eventos que já estavam programados em alguns pontos do País, como o caso da festa de passagem de ano na Rua de Lisboa, em São Vicente.

“Com esta decisão, ora tomada pelo Governo, evitou-se expor os sanvicentinos e toda a sociedade cabo-verdiana a um elevado risco de contágio por SARS-CV-2, apesar da boa taxa de vacinação que se regista no País”, considerou a organização, que aproveitou para pedir a todos que respeitem as normas em vigor.

“O Observatório, para além de contar com o bom-senso de todos, sobretudo nesta quadra festiva em que a movimentação de pessoas é maior, reforça a sua mensagem no sentido de todos respeitarem as normas em vigor, incluindo as câmaras municipais, as autoridades fiscalizadoras, os organizadores de evento e toda a sociedade, lembrando que a vida é o bem maior”, acrescentou.

A mesma fonte também pediu ponderação em relação às festas do Carnaval 2022, salientando que ainda “estamos num mar de incertezas”.

O Governo decretou situação de contingência no País, de hoje até ao dia 20 de Janeiro de 2022 e proibiu as festas e celebrações de final de ano na via pública.

Numa declaração ao País, o primeiro-ministro justificou que se trata de uma “medida imposta” pela situação de agravamento do registo da taxa de incidência da covid-19 e uma medida de prevenção para evitar o alastramento da doença e a pressão sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e “efeitos danosos” sobre a economia, nomeadamente, o emprego e o rendimento das pessoas.

CD//JMV
Inforpress/Fim

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