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São Vicente: MpD aponta muro da Escola de Monte Sossego como um dos maiores constrangimentos do ano lectivo (c/áudio)

Mindelo, 28 Set (Inforpress) – Os deputados nacionais do Movimento para a Democracia (MpD, poder) indicaram hoje, no Mindelo, a construção do muro da Escola do Ensino Básico de Monte Sossego como um dos maiores constrangimentos do arranque do ano lectivo.

O grupo está de visita ao círculo eleitoral de São Vicente, que os elegeu, para preparar o debate com o ministro da Educação, marcado para inícios de Outubro, na primeira sessão parlamentar do novo ano político.

Maria Santos Trigueiros, porta-voz do grupo, disse que neste primeiro encontro quiseram saber da delegada de Educação o “cenário” do arranque do ano lectivo e se inteirarem dos problemas que “carecem de solução”.

Entre os constrangimentos apontados, a deputada referiu-se à Escola de Monte Sossego, na Rua 1, que se encontrava “bastante degradada”, mas, foi reabilitada com os apoios da Cooperação Luxemburguesa, entretanto, a falta do muro de protecção “ainda cria preocupações”.

“As pessoas têm fácil acesso à escola e isso vai permitindo algum vandalismo nas instalações, portanto, o problema do muro tem que ser equacionado para poder imprimir maior segurança, não só durante o funcionamento das aulas, mas também após o funcionamento”, considerou.

Segundo a mesma fonte, foi ainda abordada a questão de turmas superlotadas, mas, que, ajuntou, na óptica da delegada “não provoca grandes problemas em São Vicente”.

“A nível do sétimo e do oitavo ano há alguma turma com o rácio entre 32 e 34 alunos, isso devido a outras questões de gestão, que levaram que essas turmas ultrapassassem 32, mas não ultrapassam 34”, assegurou Maria Santos Trigueiros, adiantando que “o problema não se coloca” nos outros níveis de ensino secundário e nem nos do primário. 

Daí, o ano lectivo, considerou, arrancou, em São Vicente, “dentro do normal e sem grandes sobressaltos”.

A visita que se prolonga até dia 01 de Outubro, incluirá, segundo a mesma fonte, todas as escolas secundárias da ilha e ainda algumas escolas primárias “para se ter um conhecimento mais `in loco´ da situação de São Vicente”.

LN/CP

Inforpress/Fim

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