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São Vicente: Jacqueline Fortes homenageada na Gala Só Mulheres que junta nove vozes femininas

Mindelo, 20 Mar (Inforpress) – A cantora Jacqueline Fortes vai ser a homenageada na Gala Só Mulheres, agendado para este sábado, e que terá a participação de nove vozes femininas para uma “noite memorável”, como informou o produtor Kicas Silva.

A gala, que já vai na sétima edição, pretende, sobretudo, conforme Kicas Silva da Serenata Produções, aproveitar este mês de Março para juntar mulheres cantoras, mas também mulheres na plateia.

E este sábado será ocasião para se “unir o útil ao agradável” e beneficiar deste evento para homenagear a cantora Jacqueline Fortes, que, segundo a mesma fonte, já era “merecedora deste reconhecimento”.

“Nós fizemos este convite à Jacqueline numa viagem que o nosso grupo fez no ano passado à Holanda e ela aceitou logo e de bom agrado, até porque como disse esta é a primeira vez que está a ser homenageada em Cabo Verde”, salientou o produtor, para quem é preciso continuar a “dar o devido valor” aos artistas cabo-verdianos, que continuam “a engrandecer a nossa música”, considerou.

Por isso, segundo a mesma fonte, em mais um tributo prestado pela Serenata Produções, que já “são muitos”, contam juntar “a juventude e a veterania” numa “noite memorável” que terá a participação de vozes, além de Jacqueline Fortes, como Gabriela Mendes, Tete Alhinho, Carmen Silva, Ceuzany Pires, Duda Teixeira, Eliana Rosa, Ludy Fortes e Sádia Youssouf.

“Grandes vozes, que com certeza vão mostrar o quanto valem as mulheres”, considerou Kicas Silva, que espera, desta forma, “encantar” a plateia de 500 pessoas, conforme a previsão feita pela produção.

A Gala Só Mulheres está marcada para este sábado, 23, num dos hotéis da cidade do Mindelo, e com início as ”21 horas em ponto”, como garantiu a mesma fonte.

Filha de pais cabo-verdianos, Jaqueline Fortes nasceu no Senegal.

Durante a década de 70 actuou com vários grupos no Senegal, em que interpretou genros como morna, coladera e salsa, mas a vontade de conhecer Cabo Verde nunca a abandonou.

Este sonho concretizou-se em 1979, com 25 anos.

A convite de Bana, aquando de uma passagem por Holanda, a cantora gravou o seu primeiro disco “Seis Anos na Tarrafal”, que viria a ser editado em 1981. Vieram mais três “Diálogo”, em 1987”, “Coraçon Calma”, em 1990” e “Valor di Amor”, em 1996.

Depois de um longo período de ausência regressou com o disco “Terra d’nhas Gente”, em 2010, que apresenta 12 temas inéditos, de autores como Teófilo Chantre e Nitu Lima, sendo oito dos temas de autoria da própria Jacqueline.

LN/AA

Inforpress/Fim

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