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São Vicente: Governo diz “não” à festa de passagem de ano na Rua de Lisboa

Cidade da Praia, 28 Dez (Inforpress) – O primeiro-ministro considerou que as novas medidas anunciadas hoje proíbem festas de rua em celebração à passagem de ano, tanto em São Vicente, como em qualquer parte do território nacional.

“Estão proibidas quaisquer tipos de festas, em qualquer ponto do território nacional, na via pública, fora de espaços confinados onde possa haver controlo de entrada e controlo da verificação de testes ou certificados de vacinação. Não vai haver festas nas ruas, quer em São Vicente, quer em qualquer parte do território nacional”, vincou Ulisses Correia e Silva na sua comunicação ao País, em que anunciou o decreto do estado de contingência em Cabo Verde.

Sobre este assunto, o presidente da Câmara Municipal de São Vicente, Augusto Neves, avançou à imprensa que iria haver controlo sanitário nas entradas, as quais seriam permitidas somente com a apresentação do certificado ou cartão de vacinas.

O delegado de Saúde de São Vicente, por seu lado, desaconselhou desde sempre a realização do tradicional baile de fim-de-ano na Rua de Lisboa, defendendo que será difícil as autoridades confirmarem a vacinação ou testes à covid-19 das pessoas que quisessem participar.

A Inforpress já contactou o presidente da câmara de São Vicente para uma reacção a esta medida anunciada pelo primeiro-ministro e aguarda um pronunciamento de Augusto Neves.

São Vicente, segundo o último boletim epidemiológico emitido na segunda-feira, conta neste momento com 35 casos activos, a ilha também não contabilizou nenhuma infecção entre as 267 amostras analisadas.

Entretanto, Cabo Verde registou na segunda-feira 101 casos positivos de covid-19 e 15 recuperados da doença, passando a contar com um total de 37.173 infecções notificadas.

A taxa de incidência acumulada de covid-19 disparou para 110 por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias, quando no período anterior era de 24 por 100 mil habitantes, conforme dados avançados pelo director nacional de Saúde, Jorge Noel Barreto.

A covid-19 provocou mais de 5,40 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e actualmente com variantes identificadas em vários países.

Uma nova variante, a Ómicron, classificada como preocupante pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detectada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, a 24 de Novembro, foram notificadas infecções em pelo menos 89 países de todos os continentes.

GSF/AA

Inforpress/Fim

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