São Vicente: Direcção do IMP assegura estar “totalmente empenhada” em resolver problemas de promoções e progressões dos trabalhadores

Mindelo, 03 Dez (Inforpress) – O conselho directivo do Instituto Marítimo e Portuário (IMP) confirmou estar “totalmente empenhado” em resolver problemas de promoções e progressões dos trabalhadores, que estão congelados desde 2016 ainda antes da entrada em funcionamento do instituto.

A instituição reagia hoje, em comunicado, ao secretário permanente do Sindicato dos Transportes da Administração Pública (Sintap), Luís Fortes, que exortou nesta quarta-feira, no Mindelo, o conselho directivo e o Governo a consumar a deliberação sobre progressões, promoções e reclassificações no IMP.

Em conferência de imprensa na sede da União dos Sindicatos de São Vicente (USV), Luís Fortes explicou que no dia 21 de Dezembro de 2019 foi publicada, no Boletim Oficial, uma deliberação do conselho directivo do IMP no sentido de resolver situações pendentes e de estagnação na carreira há vários anos.

A deliberação, acrescentou, faz referência à criação de uma equipa para o efeito, desde 2016, mas passados vários meses, não se viu nada na prática.

A direcção do instituto confirmou, por seu lado, que os trabalhadores têm os seus direitos congelados desde 2016, ou seja, muito antes da entrada em funcionamento do IMP, que se deu em Junho de 2018.

Mas, segundo a mesma fonte, com pouco mais de um ano de efectividade das funções, o conselho deu “sinal claro” no sentido de resolver as pendências com o pessoal.

“Na sequência da deliberação aprovada pelo conselho directivo, e já garantida a cabimentação orçamental, iniciou-se o processo de materialização prática do seu conteúdo, a nível do quadro remuneratório”, lê-se no comunicado.

A presidente do conselho disse também ser uma “inverdade”, que o procedimento teve o aval do Tesouro do Estado.

“Antes pelo contrário, foi comunicado ao IMP, pelo Tesouro do Estado, que para a efectivação prática do conteúdo da deliberação, esta teria que ser submetida ao órgão competente para parecer vinculativo”, explicou Joana de Carvalho, que assina a nota.

Outra das “inverdades”, conforme a mesma fonte, é a acusação feita pelo Sintap de que o atraso nos processos de aposentação de alguns funcionários se deve à inércia do conselho, isto quando, asseverou, estas questões “não dependem deste, mas sim dos órgãos com responsabilidade na tramitação de tais questões”.

Joana de Carvalho concretizou esclarecendo que os processos, que envolvem as pendências de evolução na carreira dos trabalhadores, entre as quais as promoções e progressões, “não estão estagnados” e que o conselho directivo está “totalmente empenhado e engajado na prossecução desse desiderato, que seguramente estará resolvido a breve trecho”.

LN/CP

Inforpress/Fim

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