São Vicente: Comando Militar encerra ciclo de formações com imposição de patentes e boinas a novos segundos-cabos e fuzileiros navais

 

Mindelo, 15 Dez (Inforpress) – O Comando da 1º Região Militar de Cabo Verde encerrou hoje o ciclo de formações de 2017 com a imposição de patentes a mais 70 novos segundos-cabos e a imposição de boina a 50 recém-formados fuzileiros navais.

A cerimónia de colocação das patentes e da entrega das boinas decorreu na manhã de hoje nas instalações do Comando da 1ª Região Militar, em São Vicente, e foi presidida pelo seu comandante, José Rui Neves.

Durante o seu discurso de encerramento e na presença dos familiares dos 120 militares recém-formados, o comandante José Rui Neves encorajou os formados a honrarem a bandeira e a defenderem os interesses da Pátria, mesmo que dela dependesse o sacrifício da própria vida.

Ao dirigir concretamente aos recém-formados em segundo-cabo, o comandante salientou que a formação adquirida capacita o militar a desempenhar a função de comandante de esquadra assim como outras missões de interesse nas Forças Armadas e significa que na carreira que abraçarem mais um degrau já foi conquistado.

José Rui Neves referiu ainda que no seculo XXI a liderança dos pequenos grupos assumiu uma função estratégica nas Forças Armadas e chegou à era do cabo estratégico, daí que a responsabilidade que recai sobre estes jovens “é grande” e, no cumprimento das suas missões militares ou de interesse publico, serão os rostos da instituição castrense.

O comandante também dirigiu uma palavra de ordem aos novos fuzileiros navais que assumem a responsabilidade de representar “uma das mais prestigiadas” forças de elite do regime militar, aos quais recomenda a terem sempre em mente o código de conduta da instituição, assento num conjunto inabaláveis de valores.

“Os valores são aqueles que caracterizam os militares e, em particular, os fuzileiros, ou seja, o sentido de responsabilidade, o sentido de missão, a interajuda, camaradagem, lealdade, honestidade e tudo que tem a ver com o moldar de carácter no sentido de criar aquele espírito de corpo e uma unidade coesa”, especificou.

No final, o comandante José Rui Neves encorajou os recém-formados a “escreverem as suas histórias nas Forças Armadas” e a “trabalharem duro” para serem recompensados nas suas escolhas, e lembrou ainda que o ritual de passagem de testemunho, entre gerações, acontece, anualmente, e significa a reassunção da responsabilidade na defesa da Pátria.

O curso de segundo cabo iniciou com 70 formandos e o de fuzileiros navais com 50 e todos concluíram com aproveitamento, tendo os melhores alunos sido condecorados durante a cerimónia.

EC/CP

Inforpress/Fim

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