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São Vicente: Atrasos nas obras da Piscina Oceânica devem-se à falta de materiais no mercado – Governo

Mindelo, 29 Mai (Inforpress) – O Governo, através do Ministério do Mar, esclareceu hoje que os atrasos detectados na concretização das obras de montagem da Piscina Oceânica do Mindelo estão relacionados com a falta de materiais no mercado.

O Ministério do Mar, conforme nota enviada à Inforpress, reuniu-se com o empreiteiro do projecto para se inteirar sobre os motivos da demora e que apresentou como principal razão a indisponibilidade dos materiais.

“Aquando da orçamentação inicial do projecto, muitos dos materiais necessários estavam disponíveis no mercado nacional. Entretanto, com o início da montagem, foi constatado que o mercado já não dispunha de alguns desses materiais, obrigando a alguma paragem para se aguardar a reposição desses equipamentos para aquisição”, lê-se na nota.

O Ministério do Mar informa ainda que “tudo fará” para que a obra seja concretizada no “menor espaço de tempo possível”.

Quanto ao lixo que vem se acumulando na estrutura já instalada, o ministério esclarece que, em outras ocasiões, devido ao forte vento e às correntezas do mar, foi detectada uma certa acumulação de lixo na mesma zona.

“Após a completa instalação da Piscina Oceânica do Mindelo, a recolha desses resíduos será uma constante e parte integrante da manutenção da própria estrutura, em conformidade com as políticas de protecção e conservação do oceano, adotadas por este ministério”, concretizou a mesma fonte.

A piscina oceânica de São Vicente está a ser construída com blocos flutuantes, na zona sul da praia da Laginha, e tinha como prognóstico inicial ser concluído no mês de Abril.

A quando do lançamento da obra, no mês de Fevereiro último, o então ministro da Economia Marítima, Paulo Veiga, afirmou que a ideia é sensibilizar os cabo-verdianos para o mar e, por isso, garantiu, o projecto-piloto deverá ser alargado a outras ilhas, após confirmar se a estrutura é a melhor opção.

“O nosso objectivo é atrair para aqui as escolas de natação, de iniciação de natação, mas também as nossas escolas para poderem ter um espaço onde possam trazer as crianças e ter educação física na água. Somos ilhas, somos 99% mar e precisamos desenvolver essa familiarização com o mar e ensinar todos os cabo-verdianos a nadar”, referiu. 

LN/CP

Inforpress/Fim 

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