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São Vicente: Ano lectivo 2018/2019 com novos planos de estudo para 3º e 7º ano e isenção propinas para 9º e 10º ano (c/áudio)

Mindelo 28 Ago (Inforpress) – Os estudantes do 3º e 7º ano Ensino Básico Obrigatório (EBO) terão novos planos curriculares no novo ano lectivo, que arranca em Setembro, e os do 9º e 10º anos serão beneficiados com a isenção de propinas.

Estas são as principais novidades do novo ano lectivo avançadas à Inforpress pela delegada do Ministério da Educação em São Vicente, Maria Helena Andrade.

Segundo a mesma fonte, o 3º ano do EBO terá novos materiais didácticos e um novo plano de estudo, enquanto para o 7º ano o plano de estudos contempla, por exemplo, explicou, a substituição da disciplina de História e Geografia de Cabo Verde para a de Geografia.

Da mesma forma, adiantou, Físico-Química terá novo plano e as outras disciplinas não sofrerão mudanças.

Para além disso, Maria Helena Andrade, considerou que haverá a introdução do caderno modelar Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) em todas as classes, a partir do 5º ano, e a isenção de propinas para o 9º e o 10º ano.

Do pré-escolar ao secundário, cerca de 1050 professores vão “garantir o cumprimento do currículo” durante o ano escolar que terá ainda 15 mil alunos, segundo a mesma fonte.

A delegada do Ministério da Educação em São Vicente assegurou que “tudo está a postos para o início das aulas” e que “não vão faltar professores” nas escolas, tal como aconteceu no ano passado.

No entanto, acrescentou que nos próximos dias vai ser lançado um concurso para a reabilitação de cozinhas e casas de banho de 11 escolas básicas de São Vicente, iniciativa que contemplará as escolas “Jovino Santos”, “Valentina Lopes da Silva”, São Pedro, “Mestre Baptista” e Chã de Cemitério, entre outras.

Na zona de Chã de Marinha, Maria Helena Andrade adiantou que a escola “está a ganhar um novo ar”, depois da construção de casas de banho adaptadas para pessoas com mobilidade reduzida e espaço administrativo, faltando apenas o calcetamento do pátio.

Questionada sobre a gestão do processo de transferências de professores, Maria Helena Andrade esclareceu que a delegação “só tem competência para gerir as mobilidades internas”, deixando as transferências entre concelhos para os Recursos Humanos dos serviços centrais do Ministério da Educação.

“São Vicente e Praia são os dois concelhos com maior número de pedidos de transferências, e não é fácil gerir esta questão porque não dá para dar resposta positiva a todos”, reiterou a responsável, que explicou que existem “alguns requisitos” que devem ser respeitados para que cada um tenha a sua oportunidade,

Como exemplo, citou os requisitos do tempo de serviço, o reagrupamento familiar, doença ou continuação de estudos.

CD/AA

Inforpress/Fim

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