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São Vicente: A retoma económica será gradual mas depende do controlo da pandemia – Paulo Veiga (c/áudio)

Mindelo, 01 Set (Inforpress) – O ministro do Mar considerou hoje, no Mindelo, que a retoma económica será gradual, dependente do controlo da pandemia, dos seus impactos globais e geopolíticos e que a economia azul terá um papel fundamental neste processo.

Paulo Veiga falava na abertura da mesa-redonda sobre o futuro da actividade portuária em Cabo Verde, organizada pela Enapor para celebrar os 39º aniversários”.

Para o governante, a economia azul terá um papel fundamental na recuperação económica, porque os alimentos provenientes do mar, o turismo costeiro e marítimo sustentável, a bioeconomia azul e outras actividades vão ajudar o País a sair desta crise mais forte, mais saudável, mais resiliente e mais sustentável.

Segundo Paulo Veiga, a crise provocada pela pandemia teve um carácter diferente das crises anteriores, por ser mundial e afectar as cadeias globais de produção e de distribuição com impactos tanto na oferta como na procura.

Neste sentido, a mesma fonte alertou também que um dos principais desafios do sector marítimo, nos próximos anos, é a probabilidade de uma crise económica mundial, agravadas por tensões geopolíticas crescentes na arena internacional.

“Não estando imune ao presente quadro, a indústria marítima terá ainda que estar preparada para as transformações mundiais que a pandemia causou na sociedade, bem como ser capaz de responder eficazmente à necessidade de diminuir os impactos do sector no meio ambiente”, afirmou.

 Sobre as perspectivas futuras dos portos de Cabo Verde, o ministro do Mar defendeu que devem, cada vez mais, absorver e implementar um perfil de corporações modernas, que investem em novas tecnologias e inovação, de olho na modernização e consolidação do negócio portuário.

“A digitalização e as novas tecnologias também serão a chave para permitir a padronização e, portanto, melhorar a eficiência do transporte e das operações”, acrescentou o governante para quem, é preciso uma “gestão eficiente dos portos, porque a tendência será de mais escalas, navios mais pequenos e distribuição mais frequente”.

 Por outro lado, segundo Paulo Veiga, uma “estreita e estratégica relação entre transporte marítimo, os portos e a logística será a tónica necessária para aperfeiçoar a eficiência e a sustentabilidade do segmento marítimo”.

 Isto, clarificou, para facilitar o comércio, promover a recuperação económica e a prosperidade.

CD/DR

Inforpress/Fim

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