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São Tomé/Eleições: Delfim Neves, o candidato abençoado que tem 18 adversários

Ribamato, São Tomé e Príncipe, 14 Jul (Inforpress) – Abençoado “em nome de Jesus”, o presidente da Assembleia Nacional de São Tomé e Príncipe, Delfim Neves, afirma que concorre às eleições presidenciais do próximo domingo com 18 adversários contra si.

“Todo o mal, toda a inveja, todo o egoísmo cai por terra agora mesmo em nome de Jesus”, pede, de mão no peito, o apoiante e empresário Dêdê Boss, justificando: “São 18 contra um, é demais”, numa referência aos 19 candidatos às eleições presidenciais do próximo domingo.

De entre os apoiantes que hoje ao início da tarde acompanhavam a ‘passeata’ de Delfim Neves na povoação de Ribamato, distrito de Mé-Zochi, ouve-se: “Até podiam ser 40”.

Dezenas de crianças, muitas descalças, avançam sobre a terra batida em direcção à localidade seguinte, encabeçando o cortejo, com carrinhas, carros, motos e, atrás, populares a pé, muitos com ‘t-shirts’ brancas com a cara do candidato.

Delfim Neves caminha num passo decidido atrás da carrinha de caixa aberta, carregada com colunas de onde saem músicas da campanha: “Delfim Neves, o nosso Obama ô iéeee, Delfim Neves, o nosso futuro”.

“Nesta campanha, o que eu tenho notado é que eu sou alvo de todos”, comentou, em declarações à Lusa, justificando que tal se deve ao facto de ter “uma equipa e uma organização” para esta candidatura, a segunda que protagoniza, após a de 2011.

“Não sei por que carga de água aqueles que não prepararam ou que têm dificuldade de encontrar meios capazes de atender aos seus apoiantes, só passam por mim, com mentiras e coisas com que eu, honestamente, não tenho absolutamente nada a ver”, disse.

Mas, sublinhou, tem merecido “uma onda popular” que o incentiva a continuar.

No seu discurso perante os apoiantes, Delfim Neves assegurou que não quer ser “mais um presidente”, mas “um presidente na sua essência plena”.

“O Presidente tem de vir também ver a população, saber dos problemas que o povo tem. Quando está com o primeiro-ministro, o Presidente não pede, manda fazer. É isso que eu vou fazer”, explicou.

Delfim Neves pediu o voto dos eleitores para, disse, continuar “um trabalho” já iniciado: “unir os são-tomenses, porque o povo unido jamais será vencido”.

Inforpress/Lusa/Fim

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