São Nicolau: Curso de Robótica desperta 80 % de interesse dos alunos no liceu do Tarrafal

Tarrafal de São Nicolau, 26 Nov (Inforpress) – O curso de Robótica conta com 80 por cento (%) de alunos do 7º a 12º anos de escolaridade, no Liceu Pedro Corsino de Azevedo, no Tarrafal de São Nicolau, disse hoje o monitor de projecto Weblab, Jacinto Duarte.

O curso, implementado há um ano, vem despertando o interesse dos alunos, e conta neste momento com 80 % de interesse dos educandos, sendo os restantes 20 % de interesse na construção de páginas Web, formatação de conteúdos, instrumentação e multimédia, explicou o monitor do projecto Weblab à Inforpress.

Segundo o monitor, o curso tem lotação “praticamente cheia” e tem servido como um “grande” estímulo aos alunos ditos “indisciplinados”, que vêm demonstrando um comportamento diferente nas aulas.

Conforme o responsável, estes alunos têm demonstrado uma concentração “extrema” durante as aulas, destacando exemplos de outros que já estão a dominar a ferramenta, mérito que deixa o monitor satisfeito.

É que segundo o mesmo, a disciplina, para além de despertar “imaginação e criação”, leva a resultados práticos.

No curso, os alunos têm tido a oportunidade de aprender a criar e montar robôs que podem ser conduzidos através de dispositivos móveis (designadamente, tablets ou smartphones) e, sobretudo, aprender a linguagem da programação baseada em exercícios simples.

“Nós ensinamos aos alunos a fazer um robô que anda cem metros, depois vira para direita, acende uma luz e emite uma nota”, exemplificou.

“Podemos fazer um robô que regula a temperatura ou utilizar sensores de aproximação”, garantiu.

Estas e outras noções são exemplos de trabalhos que os alunos estão a mostrar como resultado do que aprenderam no curso de robótico, em pouco tempo, e agora estão expostos durante a Semana da Ciência e Tecnologia que decorre entre 25 a 30 de Novembro, no átrio do liceu Pedro Corsino de Azevedo.

Na sexta-feira, 29, está marcado um concurso de robótica no auditório, desafiando alunos do 7º ao 12º anos de escolaridade, numa competição saudável, a criar e montar máquinas com alguma inteligência, em que a qualidade e o tempo serão os critérios de avaliação.

DG/JMV

Inforpress/Fim

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