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São Miguel: Obras de requalificação da orla marítima de Calheta arrancam num investimento de cerca de 83 mil contos

Calheta, 25 Jan (Inforpress) – As obras de requalificação da orla marítima de Calheta São Miguel, no interior de Santiago, arrancaram hoje e devem estar concluídas em 10 meses, representado um investimento de cerca de 83 mil contos.

Trata-se, segundo o Governo, de uma empreitada de “grande complexidade”, com uma área de aproximadamente 134,011 metros quadrados  (m²) e  uma extensão de 2,5 quilómetros (km).

As obras enquadram-se no Eixo V do Programa de Requalificação, Reabilitação e Acessibilidades do Ministério das Infra-estruturas, do Ordenamento do Território e da Habitação (MIOTH) e a gestão é da responsabilidade das Infra-estruturas de Cabo Verde, SA (ICV,SA).

Preparação do terreno, abertura de valas para fundações de muros em alvenaria de pedra argamassada, assentamento de calçada basáltica e lancis, construção da pedonal e ciclovia, construção de passadiços e miradouro em madeira, construção de praças e zonas de estadia, fornecimento e montagem de mobiliário em madeira e arborização e execução de rede de iluminação são as principais actividades a serem desenvolvidas.

O lançamento da obra, que visa melhorar o panorama da cidade, criando condições de segurança, conforto e lazer nas zonas de circulação e estadia de pedestres foi co-presidido pelo presidente da Câmara de São Miguel, Herménio Fernandes, e pela  ministra das Infraestruturas, Ordenamento do Território e Habitação, Eunice Silva.

Na sua intervenção, a governante lembrou que a requalificação da orla marítima da cidade de Calheta é a segunda obra a ser lançada no âmbito do Eixo V do PRRA, ou seja, a primeira foi a da Baía das Gatas, em São Vicente.

Na ocasião, avançou que obra similar vai arrancar no final de mês em Porto Novo (Santo Antão), e em Fevereiro a de Praia Baixo (São Domingos) e Tarrafal, na ilha de Santiago.

Mesmo não estarem as obras concluídas, Eunice Silva disse acreditar que pela extensão e área abrangente a orla marítima de São Miguel vai “marcar a diferença” e que a mesma vai trazer uma “grande mudança” para aquele concelho e para Cabo Verde.

No entanto, a mesma fonte explicou que a orla em si não vai transformar a cidade, daí que, segundo ela, é preciso a montante da obra seja feito “algo bom e harmonioso”, mas dentro de regra e plano.

Por seu turno, o autarca micaelense considerou hoje como um dia grande para São Miguel e para a cidade de Calheta, tendo em conta que, que segundo ele, se está a colocar mais uma pedra na construção desse município, com foco na sua transformação e na melhoria de qualidade de vida para os que vivem, visitam e trabalham nesse concelho.

É que, segundo Herménio Fernandes, com a conclusão da obra os micaelenses vão ter a possibilidade de ter lazer com qualidade, passear, praticar ginástica, desenvolver negócios e desportos náuticos, acrescentando que dentro de 10 meses a cidade de Calheta “vai ser cada vez mais cosmopolita, mais agradável, mais atractiva, mais saudável e mais segura”.

Logo de seguida a edilidade micaelense fez a inauguração da esplanada do Mar, um espaço de lazer para os pescadores e peixeiras, no Porto de Calheta.

No acto de lançamento, que marca o início das obras, estiveram ainda presentes o ministro da Economia Marítima, Paulo Veiga, o ministro da Turismo e Transportes, Carlos Santos, a presidente da Assembleia Municipal, Leocádia Furtado, deputados nacionais e eleitos municipais, administração das ICV, e representantes da empreiteira vencedora do concurso.

FM/CP

Inforpress/Fim

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