São João/Brava: Feira da Agropecuária, Pesca e Ambiente com “balanço positivo”

Nova Sintra, 25 Jun (Inforpress) – A organização da 11ª edicção da Feira da Agropecuária, Pesca e Ambiente, que encerrou hoje, fez um balanço positivo do certame, que contou com a participação de 35 expositores e de uma boa movimentação de visitantes em três dias.

O delegado do Ministério da Agricultura e Ambiente, Estêvão Delgado, que liderou o processo, disse à imprensa, no final da feira, que o balanço é “extremamente positivo”, atendendo que no  início esta actividade corria sérios riscos de ser cancelada por causa do estado do tempo chuvoso na ilha, mas depois foi possível realizá-la e ainda com boa adesão.

A organização da 11ª edição da Feira da Agropecuária, Pesca e Ambiente (FAPA 2022) destacou também a adesão positiva do público ao evento, tendo em conta a movimentação que a ilha teve nestes dias, sublinhando que a resolução do problema dos transportes, mesmo que parcial, facilitou a chegada das pessoas oriundas de outras ilhas e emigrantes que procuraram muito a feira, sem menosprezar a presença do pessoal residente.

A nível da participação dos expositores, realçou que houve 35 expositores, sendo 21 em stands e mais 15 pecuaristas que apresentaram as suas espécies de bovinos, caprinos e aves, e que na parte ambiental contou com a participação do Projecto Vitó e da Associação Biflores.

“Daquilo que conseguimos constatar juntamente dos expositores, de um modo geral, e sobretudo os dos produtos agrícolas, teve uma representação de quase todos os produtos e com preços relativamente estável em relação àquilo que é a realidade da ilha neste momento”, disse a mesma fonte, realçando que o “sucesso” desta edição lhes dá mais motivação para próximas edições.

Aliás, sublinhou que a participação dos expositores locais com produtos agrícolas e produtos produzidos na transformação de matérias-primas, como o queijo, aguardente, entre outros, demonstrou que, pese embora a seca, os produtores estão a apostar nos produtos de nichos e que levam a marca “djabraba” para mais longe.

Aproveitou para realçar que este ano, cerca de 60 por cento (%) dos recursos mobilizados para esta feira vieram das empresas públicas, mas também das empresas privadas que aderiram, tornando assim possível a realização desta actividade, mesmo num contexto de crise, lembrando que a máquina pública não possui recursos para fazê-la sozinha.

Ainda ficou por se realizar, no âmbito desta feira, o concurso do queijo artesanal e de gado, mas se comprometeu a voltar a preparar os produtores e criadores no sentido de se realizar este concurso ainda no ano corrente.

A imprensa tentou contactar alguns expositores para saber do balanço, mas estes estavam a arrumar as suas coisas e queixavam-se do cansaço tendo em conta que foram três dias intensos, mas de um modo geral disseram e demonstraram a sua satisfação com os resultados obtidos.

MC/JMV
Inforpress/Fim

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