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Primeira noite de baile no Presídio iniciou-se à hora prevista mas encerramento prolongou-se pela madrugada

 

São Filipe, 28 Abr (Inforpress) – A primeira das cinco noites de baile de conjunto no Presídio começou por volta das 22:00 cumprindo o programa, mas o encerramento extrapolou o horário inicialmente previsto que era quatro de madrugada.

A abertura da primeira noite de baile no Presidio, palco das principais actividades culturais do Dia do Município e da Bandeira de São Filipe, esteve a cargo de um grupo de São Filipe, “Eco 9.1.2”, e ainda havia pouco público, que está habituado com o arranque dos bailes por volta da meia-noite.

Depois do grupo local, subiu ao palco o artista Charbel, que considerou a sua actuação “um sucesso” apesar do espaço ter na altura pouco público.

“Torna-se difícil fazer pouco público vibrar, mas mesmo assim senti que consegui fazer o pouco vibrar e dei o meu melhor”, disse Charbel no final da sua actuação, indicando que o horário foi muito cedo, mas que o importante é que deu o seu melhor e as pessoas vibraram.

É a segunda vez que Charbel actua nas festividades de São Filipe e, no final, mostrou-se aberto para voltar a actuar na ilha, indicando que gosta de fãs e da música e onde pode cantar, ainda que seja numa esquina, fá-lo com prazer, basta ter uma banda e a voz para cantar.

O terceiro artista a subir ao palco foi Lejemea já com o Presídio a registar um bom número de pessoas que vibrou com o artista.

O artista confessou que desde que actua em festivais, “esta foi a primeira vez que o show começou mais cedo e com pouco público, que foi crescendo e, no final, o ambiente estava mais composto e o pessoal vibrou ao máximo”.

Lejemea anunciou o seu novo trabalho “Fugi Regra”, gravado em Portugal e nos Estados Unidos da América, um tema que estará no mercado ainda no decorrer do mês de Maio deste ano.

A organização teve de alterar a programação para evitar “tempo morto” em demasia e, aproveitando a banda suporte, antecipou as actuações de Jorge Neto e Grace Évora, deixando Cordas do Sol para o fim.

Jorge Neto, com o seu estilo que lhe é característico, considerou que o público, como sempre, “foi impecável” e que estava com saudades de o ouvir cantar.

“A festa de São Filipe está cada vez mais grande e cada ano é um novo ano”, disse Jorge Neto, que mostrou-se disponível para voltar para o ano, se for convidado.

Já Grace Évora, que subiu ao palco por volta das 02:00, considerou que é “sempre um prazer cantar em São Filipe, uma das melhores festas de Cabo Verde, com um público sempre amável e carinhoso”.

O artista, que nos últimos três anos não tinha actuado em São Filipe, não obstante convites para tal, disse que não foi possível devido a outros compromissos, nomeadamente a participação no festival de Zouk em Moçambique, que acontece no mesmo dia.

“Este ano fiz questão de participar e hoje, desloco-me a Moçambique para também participar no festival, pela quinta vez, desta feita integrado no grupo Splash”, disse Grace Évora, que não se sentiu magoado com a alteração da ordem de actuação, observando que Cordas do Sol “é um excelente grupo para fechar a primeira noite”.

O grupo Cordas do Sol subiu ao palco por volta das 04:00 de hoje para o encerramento e, como sempre, fez vibrar as centenas de pessoas que permaneceram no Presídio até o encerramento da primeira noite.

Para a noite desta sexta-feira e madrugada de sábado actuam o colectivo do Fogo, Joceline, Dynamo, Rick Boy, Tó Semedo, Loony Johnson e, para fechar o grupo os Tubarões, que no passado actuou por variadíssimas vezes nas festividades de São Filipe.

JR/CP

Inforpress/Fim

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