São Filipe: Onze famílias de Chã e alguns estudantes universitários receberam donativos de Associação de Cabo-verdianos nos EUA

 

São Filipe, 25 Abr (Inforpress) – Onze famílias mais carenciadas de Chã das Caldeiras e um grupo de estudantes universitários originários da Caldeira receberam donativos em dinheiro da Associação de Cabo-verdianos nos Estados Unidos da América (Bridgeport).

Esta Associação já enviou por duas vezes donativos financeiros às famílias de Chã e uma vez aos estudantes naturais desta localidade que frequentam estabelecimentos do Ensino Superior na ilha de Santiago, sendo que o donativo é canalizado através da Associação de Desenvolvimento Comunitário de Montinho, Chã das Caldeiras.

Germano Centeio Fonseca, membro da Associação de Montinho, disse à Inforpress que ao todo a Associação de Cabo-verdianos em Bridgeport enviou seis mil dólares, sendo cinco mil para as 11 famílias com maiores necessidades, seleccionadas por elementos daquele associação no ano passado.

Na primeira vez, foram enviados dois mil dólares e na segunda três mil.

A própria Associação dos Cabo-verdianos é que faz o rateio, indicando o valor para cada família e a sua congénere de Montinho serve de intermediário, já que a transferência é feita através da conta desta organização que depois faz o levantamento e a distribuição aos beneficiários, reencaminhando depois os respectivos justificativos.

Germano Centeio Fonseca indica que há possibilidade de vinda de mais donativos financeiros para essas famílias com algumas necessidades.

Em relação ao apoio para os estudantes, Miguel Montrond, jovem estudante originário de Chã das Caldeiras, disse ter recebido no final de Março o valor de mil dólares, cerca de 100 mil escudos que foram distribuído aos 27 estudantes originários de Chã das Caldeiras que frequentam estabelecimento de ensino na ilha de Santiago.

O valor recebido foi também justificado junto daquela organização,

O grupo de estudantes agradeceu o gesto e mostra-se esperançado, desejando que houvesse mais apoio do género porque até este momento, segundo Miguel Montrond, “ninguém tem dado qualquer tipo de ajuda aos estudantes originários de Chã das Caldeiras”.

JR/JMV

Inforpress/Fim

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