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São Filipe: Luís Pires não conhecia nada do que se passava na Câmara e não pode falar de gestão – edil

 

São Filipe, 30 Jun (Inforpress) – O edil de São Filipe, Jorge Nogueira, considerou quinta-feira que o seu antecessor não conhecia nada do que se passava na Câmara e que da gestão não entendia e por isso não pode falar de gestão.

Em reacção às declarações do proferidas à imprensa por Luís Pires, Jorge Nogueira afirma que “quem deixou uma cidade suja, imunda e esburacada, não pode falar agora de gestão”, indicando que durante o seu mandato, Luís Pires apenas fazia discurso, ironizando que “até que é muito bom em fazer discurso”.

Nogueira disse que o termo de passagem de gestão é uma prova de que o ex-autarca não entendia de gestão, porque no documento afirmara que as dívidas por pagar eram de 31 mil contos mas que a Inspecção realizada veio a constatar que as dívidas encontradas na Câmara eram de 95 mil contos e das outras facturas que vieram posteriormente o montante passou para 120 mil contos.

“Quem julgava que a dívida era de 31 mil contos e passou para 120 mil contos, da gestão não entende nada ou não sabia aquilo que se passava na Câmara”, disse Jorge Nogueira.

Quanto à insensibilidade social, Nogueira disse que a actual Câmara não dá esmolas às pessoas como fazia o seu antecessor, cuja única política social que tinha era distribuir senhas para aquisição de géneros.

“Todas as pessoas que foram, estão e continuarão a ser apoiadas, tem projectos específicos de actividades geradoras de rendimento, para que as famílias podem ter um modo de vida”, afirma o edil, observando que o processo foi iniciado e que a edilidade vai aperfeiçoa-lo ainda mais.

Neste momento, o valor máximo para cada microprojecto é de 45 mil escudos, montante que será aumentado no próximo ano.

Nogueira anunciou que está a negociar com o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) a realização de uma formação, quer para as pessoas contempladas quer para aquelas que vão fazer a fiscalização de todo o processo para se ter a garantia de que os beneficiários estão a dar melhor destino ao co-financiamento.

O edil desvalorizou a afirmação de Luís Pires, segundo a qual Nogueira está a pagar os favores, explicando que atribuição do montante é feita com base num regulamento e não na base da cor político-partidária.

Esclareceu que a edilidade, para demonstrar a maior transparência, pediu a intervenção dos deputados municipais do PAICV, GPAIS e do MpD, para ajudar na selecção e elaboração das listas das pessoas mais necessitadas em cada zona.

JR/JMV

Inforpress/Fim

 

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