São Filipe: Centro de Saúde para cidade vai descongestionar o serviço de urgência do hospital regional – deputada do PAICV

São Filipe, 19 Abr (Inforpress) – A deputada do PAICV para o círculo eleitoral do Fogo Eva Ortet defende a necessidade de se instalar um centro de saúde na cidade de São Filipe como forma de descongestionar o serviço de urgência do hospital regional.

Eva Ortet , que terminou terça-feira a sua visita ao circulo eleitoral, priorizou a questão de saúde e teve um encontro com a delegada de Saúde de São Filipe, disse à Inforpress que a instalação de um centro de saúde em São Filipe estava projectada com a construção do hospital regional São Francisco de Assis e deve merecer atenção do actual Governo.

No sector de saúde, a preocupação maior, segundo a deputada, prende-se com a falta de profissionais, nomeadamente de enfermeiros e especialistas, indicando que ainda continua a registar muitas transferências de doentes para o hospital central da Praia, apesar do número ter decrescido.

Eva Ortet mostra-se preocupada com a redução de consultas de telemedicina, sobretudo quando uma das questões apontadas é o horário de funcionamento das consultas de telemedicina, o que na sua opinião permite diminuir a transferência de doentes.

A remodelação da Delegacia de Saúde está para este ano, o que considera ser uma questão urgente porque com a remodelação estas instalações passam a albergar os serviços de saúde reprodutiva e de Estomatologia.

Além do sector de saúde, Eva Ortet, disse que nos encontros com população, registou algumas preocupações, nomeadamente a relacionada com o troço de estrada entre São Jorge e Campanas de Baixo que está parcialmente obstruída desde o desabamento de rocha a 04 de Janeiro, indicando que a preocupação é maior porque não há um sinal de retoma dos trabalhos , numa altura em que se aproxima da época das chuvas.

A não retoma do projecto de abastecimento de água a norte alta de São Filipe, desde Inhuco a Campanas de Cima, a não satisfação, ainda, das expectativas de jovens, operadores económicos e de famílias sobre o combate ao desemprego, redução de pobreza, criação de rendimentos e de mais oportunidades para os jovens.

Em relação ao poder local, a preocupação prende-se com a transferência de recursos, já que nem a taxa ecológica, fundo do ambiente e fundo do turismo foram transferidos para os municípios, assim como a ausência de contratos-programa.

JR/JMV

Inforpress/Fim

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