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Santo Antão: SLTSA felicita enfermeiros pelo dia que lhes é dedicado e exige resolução de pendências

Ribeira Grande, 12 Mai (Inforpress) – O SLTSA felicitou hoje os enfermeiros nele filiados pela passagem do dia que lhes é dedicado e exigiu que o Governo resolva “todas as pendências relacionadas com a classe da enfermagem”.

“Todos falam do amor e da dedicação ao próximo que a profissão exige mas referem igualmente que os enfermeiros nem sempre são valorizados, quer na área da saúde quer ao nível da população em geral”, diz o secretário-permanente do Sindicato Livre dos Trabalhadores de Santo Antão (SLTSA), Carlos Bartolomeu Lima Gomes, num comunicado.

Daí a exigência de que o Governo resolva todas as pendências relacionadas com a classe e a proposta de “promoção automática de todos os enfermeiros, ainda este ano, face ao novo estatuto da carreira da enfermagem”.

No comunicado, Carlos Bartolomeu adiantou que “enfermeiro é uma profissão de salvar vidas e de cuidado com o próximo que ‘vai muito além das agulhas e curativos’” e destaca o facto de a comemoração desta efeméride decorrer em contexto da pandemia da covid-19.

“Em termos de pandemia e à semelhança de outros profissionais de várias áreas que estão na linha da frente na luta contra o covid-19, os enfermeiros têm abdicado de estar com as suas famílias para cuidarem de quem mais precisa”, constatou.

“De igual modo, pedimos que todos os enfermeiros possam cumprir com os seus deveres profissionais da classe, porquanto, somos de opinião que nenhum país sobrevive somente à custa de direitos”, alertou o secretário-permanente do SLTSA.

O líder sindical adiantou que “a enfermagem é uma arte e para realizá-la como arte requer uma devoção tão exclusiva e um preparo tão rigoroso quanto a obra de qualquer pintor ou escultor” pois, questionou, “o que é tratar da tela morta ou do frio mármore comparado ao tratar do corpo vivo, o templo do espírito de Deus?”.

“É uma das artes, poder-se-ia dizer, a mais bela das artes!”, concluiu Carlos Bartolomeu, que defende “o emprego digno, mas também, com um salário digno” e recomenda os enfermeiros que façam o seu trabalho “com muito amor, ajudando na recuperação dos pacientes”.

HF/CP

Inforpress/Fim

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