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Santo Antão: Produtores do inhame acreditam que problema de mercado pode ficar resolvido dentro de um ano

Porto Novo, 27 Jan (Inforpress) – Os produtores do inhame no Tarrafal de Monte Trigo, Porto Novo, a braços com o problema de mercado, acreditam na resolução, dentro de um ano, desse constrangimento, graças ao projecto agro-industrial de Santo Antão.

Com uma produção à volta de 700 toneladas por ano, os produtores do inhame no Tarrafal de Monte Trigo têm enfrentado dificuldades no escoamento do produto, devido ao embargo a que estão sujeitos os excedentes agrícolas de Santo Antão, por causa da praga dos mil pés.

A esperança desses produtores incide na empresa Aquasun Energia e Água, que, no âmbito do projecto agro-industrial de Santo Antão, pretende comprar a produção agrícola neste município para exportação, após passar por um processo de tratamento e/ou transformação.

Aquasun Energia e Água confirmou que pretende adquirir, no quadro do projecto agro-industrial para este município, que começa a ser implementado “nos princípios” de 2020, a produção dos agricultores para o mercado turístico em Cabo Verde.

Esta empresa pretende instalar no Porto Novo um centro agro-industrial para transformação e certificação dos produtores agrícolas.

Os produtores agrícolas, que devido à falta de mercado, são obrigados a vender, “ao desbarato”, os seus produtos no mercado local, dizem acreditar que, com a implementação deste projecto, o problema de mercado, que tem condicionado a agricultura em Santo Antão, pode ficar ultrapassado.

A delegação do Ministério da Agricultura e Ambiente (MAA) admite que a falta de mercado tem sido “um constrangimento” para os agricultores no Porto Novo, que são obrigados a vender “ao desbarato” os excedentes, devido a dificuldades de escoamento.

Saliente-se que os produtos agrícolas de Santo Antão estão sujeitos, há mais de três décadas, a um embargo, por causa da praga dos mil-pés.

JM/ZS

Inforpress/Fim

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