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Santo Antão: Produtores agrícolas exortam Governo a redinamizar centro pós-colheita nesta ilha

Porto Novo, 17 Jun (Inforpress) – Os produtores agrícolas de Santo Antão entendem que o Governo deve redinamizar o centro pós-colheita desta ilha, actualmente, sub-aproveitado, por causa da sua má localização e dos custos de funcionamento, para poder servir melhor a classe.

O produtor agrícola João Évora, no Porto Novo, lamenta o facto de o centro de expurgo de Santo Antão, instalado em 2010, num investimento de 120 mil contos, se encontrar sub-aproveitado e exorta o Governo a avançar com a prometida deslocalização do espaço para um sítio que melhor serve os agricultores.

João Silva é outro agricultor porto-novense que, também, defende a necessidade de o Governo criar as condições para que este investimento sirva melhor o sector agrícola em Santo Antão, a braços com a praga dos mil pés (illacme plenipes), que restringe a exportação dos produtores agrícola desta ilha.

O Governo, no quadro do Orçamento do Estado para 2020, prevê uma verba de 60 mil contos para a “dinamização” do centro pós-colheita de Santo Antão, investimento que os agricultores santantonenses consideram “fundamental” para o futuro da agricultura nesta ilha.

O centro pós-colheita de Santo Antão fica situado nos arredores da cidade do Porto Novo, numa zona afastada do porto, facto que, segundo os agricultores, cria “vários constrangimentos”, nomeadamente em termos de custos do serviço, que é prestado.

O ministro da Agricultura e Ambiente, Gilberto Silva, numa das visitas efectuadas a Santo Antão, admitiu que o centro tem “muitas vulnerabilidades”, relacionadas, sobretudo, com o custo de funcionamento e localização, tendo prometido a deslocalização desta infra-estrutura para poder servir os agricultores.

Os presidentes das câmaras de Santo Antão têm vindo, igualmente, a chamar a atenção para a “má localização” deste centro, construído no quadro do primeiro compact do programa Millenium Challange Account (MCA), para contornar o problema do embargo imposto aos produtos agrícolas de Santo Antão, por causa da praga dos mil-pés.

JM/ZS

Inforpress/fim

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