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Santo Antão/Planalto Leste: Responsável nega destruição da floresta para exploração de lenha e madeira

Porto Novo, 04 Mai (Inforpress) – O responsável pelas áreas protegidas em Santo Antão, António Carlos Fortes, refutou hoje denúncias de alguns cidadãos de que a floresta do Planalto Leste esteja a ser destruída por uma empresa privada para exploração de lenha e madeira.

António Carlos Fortes, abordado pela Inforpress, esclareceu que a empresa está  a proceder ao corte das árvores já secas, que ficam na zona onde, em Julho de 2018, deflagrou um incêndio de grandes proporções, para que se possa repor as espécies que foram destruídas.

O desbaste das árvores, alvo de denúncias por parte dos cidadãos, tem a ver com a manutenção do perímetro florestal, nomeadamente da zona fustigada pelo incêndio em 2018, que destruiu 200 hectares dessa reserva florestal, explicou o responsável pelas áreas protegidas em Santo Antão.

Vários cidadãos, incluindo ambientalistas, têm mostrado, através das redes sociais, a sua “indignação” com o abate de árvores na floresta do Planalto Leste, considerando que se está a cometer “um crime ambiental” nessa zona, que consideram “o pulmão de Santo Antão”.

A própria Fundação de Defesa, Preservação e Promoção do Desenvolvimento Ambiental Sustentável de Santo Antão (Fundamental) disse ter “tomado conhecimento desse crime ambiental”, que está a ser praticado nesta reserva florestal, prometendo “reagir brevemente”, depois “consultar especialistas na matéria”.

António Carlos Fortes disse que se trata “apenas de especulações”, já que se está somente a proceder à manutenção da floresta, com o corte das árvores secas e com reposição de novas espécies.

O perímetro florestal do Planalto Leste tem sido alvo, nos últimos anos, de um plano de recuperação, na sequência do incêndio que ardeu, em Julho de 2018, 200 hectares da floresta, área correspondente a 13 por cento desta reserva.

A preparação dos terrenos, produção de plantas, a reflorestação, limpeza da floresta são acções que constam do plano de recuperação desta floresta, orçado em 30 mil contos.

A floresta do Planalto Leste de Santo Antão, com 1.600 hectares de extensão, foi declarada reserva florestal em 1990.

JM/ZS

Inforpress/Fim

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