Santo Antão: Planalto Leste com água nas torneiras dentro de três meses com investimentos do MCA

 

Porto Novo, 06 Jul (Inforpress) – As famílias do Planalto Leste de Santo Antão terão água potável nas suas torneiras daqui a três meses, graças aos investimentos de 253 mil contos, que a ilha recebe, desde Janeiro, no âmbito do Millennium Challange Account (MCA).

As obras do projecto de abastecimento de água do Planalto Leste, que decorrem há sete meses, ficam concluídas até finais de Setembro/princípios de Outubro, altura em que as diferentes comunidades desse planalto vão deixar de enfrentar a penúria de água.

As populações aguardam, por isso, com “enorme expectativa” a realização do projecto que vai resolver o problema de água nos povoados como Águas das Caldeiras, Lombo Figueira, Ribeirão Fundo e Pico da Cruz.

A Associação das Mulheres do Planalto Leste enaltece a importância do projecto para essa localidade que, praticamente ao longo do ano, enfrenta a crise de água, realçando o facto de as famílias passarem, em breve, a ter água canalizada.

Em Pico da Cruz, a população se abastece de água auto-transportada a partir do Paul, pelo que as famílias estão, igualmente, “muito esperançadas” nesse projecto que, segundo os moradores, vai ter “um enorme impacto” na melhoria das condições de vida, nessa zona.

O projecto, que vai, igualmente, contribuir para o reforço de abastecimento de água à localidade de Lagoa, abarca ainda o vale do Paul e Costa Leste (Ribeira Grande), a nível de melhoria e extensão dos sistemas de abastecimento de água.

No Paul, o projecto vai permitir a eliminação dos sistemas de bombagem de água através de energia convencional, passando a produção a ser feita por gravidade, enquanto na Costa Leste e no Planalto Leste os investimentos possibilitam a construção de estações de bombagem para essas zonas.

Para os municípios de Santo Antão, este projecto foi pensado para resolver os problemas de água que esta ilha enfrenta, mas também com impacto no sector ambiental, com o melhoramento das redes e captações e, consequentemente, a melhoria da qualidade da água e redução das perdas.

JM/CP

Inforpress/Fim

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