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Santo Antão: Lixeira intermunicipal vai dar lugar a uma zona florestal

Porto Novo, 10 Out (Inforpress) – O sítio onde se localiza a lixeira intermunicipal de Santo Antão, nas proximidades da Ribeira Brava, na fronteira entre Porto Novo e Paul, vai ser transformado numa zona florestal, num projecto da associação dos municípios desta ilha.

Está em “fase bastante avançada” a construção do aterro melhorado desta ilha, que substituirá “em breve” a lixeira intermunicipal da Ribeira Brava, atendendo a “um dos maiores problemas ambientais” em Santo Antão, indicou a associação dos municípios desta ilha, que promete, “posteriormente” fazer desta lixeira “um zona florestal”.

“Posteriormente, será elaborado um projecto de transformação da referida área numa zona de florestação de modo a contribuir ecologicamente para um ambiente mais saudável”, notou a mesma fonte, através de uma nota publicada na rede social do Facebook.

Os agentes turísticos em Santo Antão congratulam-se com o fim da lixeira, considerada um problema de saúde pública, esperando que o encerramento deste espaço aconteça “o mais depressa possível”.

“A lixeira tem sido um problema para o turismo em Santo Antão, dando uma má imagem à esta ilha. Por isso, esperamos que o fim da mesma esteja para breve”, avançou o operador turístico João Fortes.

Os guias turísticos de Santo Antão dizem também, esperar que os trabalhos do aterro melhorado, iniciados há dois meses, sejam concluídos “o quanto antes”.

O presidente desta associação, Odair Gomes, diz que, além de “prestar um mau serviço ao turismo” santantonense, a lixeira tem sido um campo de pastagem para os animais, razão pela qual se aguarda o fim “o quanto antes” deste espaço.

O aterro melhorado, financiado pelo Governo em cerca de 20 mil contos, se situa numa cratera, na Ribeira Brava, sensivelmente a meio percurso da estrada Porto Novo/Janela, onde será depositado todo o lixo produzido nos municípios do Paul e Ribeira Grande.

O projecto prevê a construção de um acesso com 650 metros de comprimento, de um muro a jusante da cratera, para impedir que o lixo aí aterrado seja arrastado para o mar e de uma vedação com 800 metros de comprimento para impedir que animais entrem no aterro.

JM/CP

Inforpress/Fim

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