Santo Antão: Formação aos beneficiários marca arranque efectivo do projecto sobre agricultura urbana e periurbana

 

Porto Novo, 12 Ago (Inforpress) – O projecto sobre agricultura urbana e periurbana já está na fase de implementação na cidade do Porto Novo, Santo Antão, com o arranque, esta semana, de uma série de formações prevista no quadro desse projecto, financiado pela FAO.

O delegado do Ministério da Agricultura e Ambiente (MAA) no Porto Novo, Joel Barros, avançou à Inforpress que se trata de uma primeira formação orientada para a população beneficiária, encerrada, esta sexta-feira, e que marca assim o arranque efectivo do projecto sobre agricultura urbana e periurbana, neste concelho.

Porto Novo é um dos quatro municípios alvo do projecto sobre agricultura urbana e periurbana, financiado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), em 265 mil dólares.

Depois da validação do plano director sobre a agricultura urbana e periurbana neste concelho santantonense, está-se agora a definir as zonas de intervenção, tendo já o município, um dos parceiros, disponibilizado mais de 30 hectares de terrenos para incremento da actividade agrícola na cintura urbana e periurbana do Porto Novo.

Segundo a edilidade, Porto Novo dispõe de uma extensa área periférica com disponibilidade de terrenos para agricultura urbana e periurbana, com o objectivo de melhorar o aspecto ambiental desta cidade, mas também contribuir para a segurança alimentar das famílias.

A implementação desse projecto fica mais facilitada com a operacionalização de dois furos existentes na cidade do Porto Novo, que permitem mobilizar, diariamente, cerca de 300 metros cúbicos de água.

O MAA garante, por isso, que “há todas as condições” para o projecto avançar no Porto Novo, prevendo-se, ainda em 2017, conseguir os primeiros resultados deste mesmo projecto que, além do Porto Novo, abrange ainda as cidades do Mindelo (São Vicente), Espargos (Sal) e Praia (Santiago).

O projecto sobre agricultura urbana e periurbana, lançado a nível nacional, em 2015, tem por objectivo melhorar a dieta das pessoas e garantir a segurança alimentar, mas também proporcionar a geração de rendimentos às famílias de baixa renda.

JM/ZS

Inforpress/Fim

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