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Santo Antão: Familiares pedem ajuda para idosa de 93 anos que “perdeu tudo” em incêndio (RECTIFICADA)

Ribeira Grande, 28 Jul (Inforpress) — Os familiares de uma idosa de 93 anos, residente em Rua dˈ Horta, Ribeira Grande, Santo Antão, cuja casa foi destruída hoje por um incêndio, pediram ajuda das autoridades para realojar a nonagenariaa, que sofre de problemas mentais.

Em declarações à Inforpress, a sobrinha da idosa, Natália Pires, explicou que recebeu a notícia de que a habitação estava a arder por volta do meio-dia, adiantando que ficou incrédula, uma vez que havia pouco tempo estava em casa da tia e que a má notícia, por isso, só “podia ser um engano”.

“Depois, o meu irmão ligou-me e disse que tinham posto fogo à casa da minha tia, que destruiu tudo”, contou.

A sobrinha da idosa salientou que ao chegar à residência, perguntou à tia quem ateou fogo à casa, ao que a tia respondeu, indicando que se tratava de “um rapaz escuro”, que lançou uma garrafa com algo dentro e explodiu.

“O meu irmão ligou ao presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande e este disse-lhe que encaminharia um vereador da área para ver a real situação da minha tia. Estou aqui há mais de uma hora a esperar e até o momento ninguém apareceu”, pontuou.

Natália Pires elucidou que está de “braços atados”, porque não sabe o que vai fazer, pois, segundo a mesma, a casa onde a tia reside “não tem condições para ficar”.

“Não posso a levar para morar comigo porque ela não vai deixar a filha, e eu não tenho condições de ter as duas comigo. Por isso, apelo às autoridades para nos ajudar, pois já não sabemos mais o que fazer”, lançou o repto.

Por sua vez, o vereador do Ambiente e Saúde, Rui Costa, disse que estiveram no local e que segundo o relato da filha, o incêndio terá acontecido quando a idosa tentava acender o tabaco ou erva para o cachimbo.

O autarca asseverou que ele e a sua colega da área social, Maria Rodrigues, constataram no terreno que de facto “casa não tem condições” para residir.

“A CMRG não tem condições neste momento de reabilitar a casa, pois os custos são avultados, mas falamos com os familiares para verem uma casa com condições de habitar para colocar as duas e a CMRG assumiria a renda”, explicou Rui Costa, assegurando que a edilidade já disponibilizou uma cama, colchão e roupas para enviar amanhã para a idosa e a filha.

LFS/JMV
Inforpress/Fim

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