Câmara do Porto Novo quer ver consagrada centenária tamarineira como património municipal 

Porto Novo, 02 Ago (Inforpress) – A Câmara Municipal do Porto Novo vai propor a consagração do pé da tamarineira, uma árvore centenária, na cidade do Porto Novo, Santo Antão, como património municipal neste ano em que o concelho assinala 60 anos de criação.

O presidente da autarquia, Aníbal Fonseca, aproveitou o acto de apresentação, segunda-feira, 01, do selo comemorativo do sexagésimo aniversário do concelho do Porto Novo para lançar este “desafio de consagração” do pé da tamarineira a património imaterial municipal neste ano de 2022.

O selo comemorativo do sexagésimo aniversário deste município, da autoria do artista plástico Leão Lopes, traz, precisamente, a centenária tamarineira (tamarindus indica) que, no entender deste autarca, “simboliza a resistência” dos porto-novenses”.

O selo, que vem acompanhado do slogan “Porto Novo, um município com história e conquistas”, vai até Dezembro constar dos documentos oficiais do município, que está a assinalar os 60 anos da sua criação.

O autarca destacou “o simbolismo” que é o pé de tamarineira para Porto Novo, explicando que esta árvore, que fica no bairro de Lombo Branco, é “um exemplo que simboliza a resistência do povo do Porto Novo ao longo dos tempos”.

O concelho do Porto Novo, foi criado a 02 de Setembro de 1962, através do diploma legislativo ministerial, publicado no Boletim Oficial de Cabo Verde número 35, de 02 de Setembro daquele ano.

Neste diploma, o então ministro do Ultramar, Adriano Moreira, extinguia o posto administrativo do Porto Novo, que fazia parte do município do Paul, e criava o concelho da terceira classe do Porto Novo, integrando as freguesias de São João Baptista e do Santo André.

JM/AA

Inforpress/Fim

 

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