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Santo Antão: Ano de 2020 pode marcar relançamento do sector cafeeiro em declínio na ilha

Porto Novo, 03 Jan (Inforpress) – O ano de 2020 pode marcar o relançamento do sector cafeeiro em Santo Antão, com o reinício do projecto de recuperação e valorização do café nesta ilha, cultura que tem estado em declínio, há vários anos.

O projecto de recuperação e valorização do café em Santo Antão, interrompido há três anos, poderá ser retomado neste ano de 2020, para alívio de muitos produtores que têm vindo a clamar por investimentos neste sector, que já teve “grande peso” na economia santantonense.

Os mentores do projecto admitem que as acções que estão suspensas desde 2016 vão ser retomadas com o propósito de redinamizar e valorizar o café de Santo Antão, através da recuperação dos cafezais, da formação e da organização dos  produtores.

Os parceiros do projecto, entre os quais o Ministério da Agricultura e Ambiente, defendem, entretanto, que a iniciativa da recuperação das explorações do café, muitas quais em situação de abandono, deve partir, primeiramente, dos produtores.

A seca tem sido apontada como a principal razão que levou os produtores a abandonarem os cafezais em Santo Antão, ilha de “grande potencial” neste domínio, que caiu, ao longo dos anos, em decadência.

O projecto de recuperação e valorização do café de Santo Antão,  que se enquadra na criação da fileira do café de Cabo Verde, com o apoio da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), prevê ainda, além da formação e organizarão dos cafeeiros, a montagem de uma unidade de recepção, debulha e ensacamento.

Existem em Santo Antão mais de 60 explorações, que se situam nos concelhos do Paul e da Ribeira Grande.

O café é produzido até agora nesta ilha de forma tradicional (torrado e moído em pilão) e tem chegado ao mercado nacional, sobretudo através da cooperativa dos produtores associados em rede de economia solidária de Santo Antão.

JM/AA

Inforpress/Fim

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