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Santiago Sul:  Políticas do Governo ainda sem impacto na população de São Domingos – responsável do PAICV

Cidade da Praia, 08 Jul (Inforpress) –  O presidente da CPR do PAICV, em Santiago Sul, disse hoje que a população de São Domingos vive numa situação de “precariedade e vulnerabilidade social”, porque as políticas do Governo ainda “não tiveram impacto” nas suas vidas.

Carlos Tavares falava à Inforpress após um balanço da Jornada Descentralizada que a Comissão Política Regional (CPR) do PAICV realizou em São Domingos, em que privilegiou contactos com as populações de Chã de Coqueiro, Capela e de Cancelo.

Segundo o responsável, durante a auscultação detectaram “um conjunto de problemas” de entre as quais o “escasso ou nulo impacto” da implementação do plano de mitigação do mau ano agrícola, a falta de emprego jovem e ausência de apoios sociais e escolares.

Mas o que considerou “gritante” é a falta de água tanto para o consumo como para a agricultura.

“Há localidades que já têm três ou quatro meses sem receber água canalizada”, criticou Tavares, apontado a subida da tarifa dos transportes como outro constrangimento.

Na sua óptica, São Domingos tem um conjunto de famílias a viver numa situação “sofrível e de desesperança” tendo em conta que cada vez estão sujeitas a “mais encargos e despesas, mas o rendimento continua fraco.”

Enquanto isso, contestou a mesma fonte, a população continua à espera das soluções prometidas pelos governos local e central.

“Onde estão os 45 mil postos de trabalho prometidos pelo MpD, na campanha, para juventude. Onde estão os 10 milhões de Euros mobilizados para fazer face ao Mau ano Agrícola. Onde está a dignidade laboral, o aumento salarial, e os apoios sociais prometidos pelo Governo”, questionou.

Para o presidente da CPR do PAICV em Santiago Sul, todos esses problemas são resultantes da política “pouco visionária” e da “falta de transparência” na gestão da coisa pública por parte do Governo e da câmara municipal que há 24 anos está sob o comando do Movimento para a Democracia (MpD).

“Várias vezes a câmara se recusou em fornecer informações à oposição sobre alguns negócios com particulares”, disse em jeito de exemplo, pedindo uma mudança de rumo nas políticas do Executivo, que segundo constatou “não está a ser assertivo.”

CD/AA

Inforpress/Fim

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