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Santiago Norte: Comando Regional de Bombeiros aconselha agricultores a evitarem as queimadas

Assomada, 24 Jul (Inforpress) – O comandante dos Bombeiros de Santiago Norte, Amaro Varela, aconselhou hoje os agricultores a não fazerem a limpeza dos terrenos de cultivo, recorrendo à prática de queimadas, tendo alertado que esta técnica tem provocado incêndios.

Em declarações à Inforpress, o responsável sustentou que apesar da facilidade da utilização desta técnica, a mesma tem resultado em incêndios que, consequentemente, causam danos e diminuem a fertilidade dos solos.

Nesse sentido, exortou os homens do campo a tomarem alguns cuidados no período antes, durante e após as chuvas.

Relativamente ao plano de emergência para a época das chuvas em Santiago Norte, Amaro Varela lembrou que recentemente realizou-se, pela primeira vez, um encontro a nível regional, onde participaram todos os agentes da corporação, autarquias, através dos Serviços Municipais de Protecção Civil e Bombeiros e vereadores da área.

O encontro, que contou ainda com a presença dos responsáveis das empresas Electra e AdS, Delegacia de Saúde, Polícia Nacional e Delegação do Ministério da Agricultura e Ambiente, serviu para traçarem uma estratégia conjunta, com foco no combate às doenças vectoriais e ao lixo, apesar de ainda não se ter as previsões pluviométricas.

A propósito, lembrou que a localidade de Rocha Lama, em Santa Cruz, que tem sido uma “preocupação” todos os anos por causa do acumulo de lixos nas ribeiras é um dos bairros que vão “atacar”, para que possam combater as doenças vectoriais.

A Inforpress sabe que alguns municípios estão de momento a elaborar os seus próprios planos para a época das chuvas.

Em Santiago Norte, numa ronda feita por alguns municípios, a Inforpress constatou que a maioria dos camponeses já fez a limpeza dos seus campos, recorrendo ainda à prática de queimadas, não obstante o alerta dado pelo Ministério da Agricultura e Ambiente.

Entretanto, em alguns municípios, a faina agrícola já arrancou, mas a maioria dos camponeses aguarda ainda pela queda das chuvas para jogar sementes à terra que, aliás, é também uma recomendação do Ministério do Agricultura e Ambiente (MAA).

A maioria dos agricultores abordados pela Inforpress justifica esta demora com a falta de sementes que, por sinal, estão a ser vendidas no mercado a um preço considerado “muito caro”: “bongolon” 600 escudos/litro, fava 200 escudos, milho 80 escudos, feijão 120 escudos e mancara a 100 escudos/litro.

FM/ZS

Inforpress/Fim

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