Santa Catarina: Loja Social e Casa da Sopa têm estado próxima das pessoas que mais necessitam – responsável (c/áudio)

Assomada, 03 Ago (Inforpress) – A Loja Social e a Casa da Sopa de Santa Catarina durante os três anos de actividades têm estado próximas dos munícipes mais necessitados desse concelho do interior de Santiago, sobretudo durante este período pandémico.

A afirmação é da vereadora do Desenvolvimento Social da Câmara Municipal de Santa Catarina, Isabel Monteiro, que falava hoje à Inforpress, à margem das actividades comemorativas destes dois projectos sociais, inaugurados a 31 de Julho de 2019.

Segundo ela, estas duas instituições, que considerou “projectos nobres”, têm dado respostas e têm estado cada vez mais próximas das pessoas pobres, e têm combatido a exclusão social.

“Inicialmente, o projecto previa abarcar 20 pessoas, mas, com a pandemia provocada pelo novo coronavírus (covid-19), o número de utentes aumentou, tanto na Casa da Sopa e na Loja Social e as despesas também aumentaram e de que maneira”, notou a autarca.

Não obstante os custos e aumento de número de utentes assegurou que graças aos vários parceiros, tanto individuais e empresas conseguiram dar respostas durante todos estes anos, sobretudo durante o confinamento.

Isabel Monteiro, que agradeceu os actuais parceiros destes dois projectos sociais, aproveitou para apelar à solidariedade e engajamento de outras instituições e da sociedade civil para que possam continuar a apoiar os que realmente precisam.

Nesse sentido, informou que estão abertos para receber apoios monetários, produtos alimentares, vestuários e calçados tanto para homens, mulheres e para crianças, e apoio voluntário, quer de enfermeiros e assistentes sociais e outras áreas.

“Durante estes três anos a Loja Social apoiou mais de 3.000 famílias e a Casa da Sopa conta, de momento, com aproximadamente 80 utentes”, revelou a vereadora do Desenvolvimento Social.

Além do aumento de número e despesas, que rondam 250 mil escudos mensais, informou que diversificaram os serviços, sendo que na Casa da Sopa, que antes serviam pequeno-almoço e almoço, agora os utentes também levam o jantar para casa, e ainda cesta básica permanente a alguns.

Na ocasião, adiantou que pretendem ainda no decurso deste ano lançar o programa de apadrinhamento dos utentes, tendo também apontado a construção de um espaço próprio para albergar estes dois projectos e todos os demais serviços ligados à acção social da edilidade como “maior desafio” dos próximos tempos.

Para comemorar os três anos de abertura da Loja Social e Casa da Sopa foram realizados um almoço, animação cultural e entrega de cestas básicas aos utentes.

Os dois espaços, da responsabilidade do pelouro do Desenvolvimento Social, da Igualdade e Equidade de Gênero da autarquia, que funcionam de segunda-feira a sábado, contam com oito funcionários.

FM/CP

Inforpress/Fim

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