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Santa Catarina: Incubadora de Negócios e parceiros apresentam vantagens da formalização aos comerciantes informais (c/áudio)

Assomada, 09 Dez (Inforpress) – A Incubadora de Negócios de Santa Catarina promoveu hoje um encontro com os comerciantes informais para ‘socializar’, sensibilizar, e sobretudo apresentar as vantagens da formalização em sede do Regime Especial das Micro e Pequenas Empresa (REMPE).

Em declarações à imprensa, à margem do encontro, o coordenador da Incubadora de Negócios de Santa Catarina, Ulisses Vieira, lembrou que a iniciativa vem na sequência do “Fórum de Mecanismo de Financiamento de Micro e Pequenas Empresas” realizado recentemente, e que a mesma teve como objectivo apresentar as vantagens que os comerciantes informais terão em termos dos cumprimentos das obrigações jurídico-tributárias e para com o INPS.

É nesse sentido que a instituição que dirige trouxe um conjunto de parceiros, mormente Pró-Empresa e Repartições de Finanças de Santa Catarina, para cada uma delas no quadro dos seus ‘core businesses’ institucionais possam ‘socializar’ e sensibilizar tais vantagens que decorrem da formalização das empresas e do acesso ao financiamento.

“Como sabemos, a informalidade é uma das ‘handcap’ (desvantagens) correlações nefastas no quadro socioeconómico. (…) A formalização tem um impacto positivo em termos da promoção do emprego, aumento disponível das famílias, e em termos de um desenvolvimento económico sustentável”, lembrou o economista.

É que, segundo a mesma fonte, uma empresa formalizada do ponto de vista de obrigação de jurídico-tributária tem as suas vantagens, tendo apontado, por exemplo, que se estas empresas foram formalizadas em sede do REMPE e após a um ano notarem que o volume de negócio é inferior a 1000 contos não terão nenhuma obrigação com o pagamento, por exemplo, de terem tributo especial unificado.

Acrescentou ainda que uma empresa formalizada traz ‘enes’ benefícios, mormente em termos da criação de riquezas e do aumento de emprego, que, na sua perspectiva é bom para o concelho e também para o país.

Para o comerciante Hélder Alves, se forem ajudados assim com foi dito no encontro, ele e os demais colegas vão ter “mais força” para movimentarem os respectivos negócios assim como desejam.

O fabricante de grogue, comerciante e criador de gado, informou que, de momento, paga os seus impostos e a Previdência Social.

Questionado sobre as vantagens em ter uma empresa formalizada, Hélder Alves disse que é “muito bom”, tendo em conta que não se corre o risco de ser confiscado nada conquistado através do negócio.

Entretanto, notou que o REMPE precisa de algumas alterações, pois, muitas vezes os comerciantes não vendem a quantia que as Finanças pedem. Daí, pediu que se cobre uma quantia muito inferior àquele praticado actualmente.

O comerciante deixou críticas ao Governo, afirmando que este quer apenas cobrar as empresas, mas que, no entanto, não tem criado emprego.

FM/CP

Inforpress/Fim

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