Santa Catarina: Delegacia de saúde intensifica campanha de combate e de sensibilização de luta antivectorial

 

Assomada, 13 Jul (Inforpress)- Técnicos da delegacia de saúde de Santa Catarina (Ilha de Santiago) já estão no terreno a sensibilizar as pessoas sobre a prevenção das doenças vectoriais, no sentido de se dar “um combate sério” ao paludismo, dengue e Zica.

Hoje, em mais um dia de trabalho, os técnicos estiveram na localidade de Mato Sanches, uma das zonas de risco do concelho de Santa Catarina, para fazer a pulverização, colocação de abate nas águas para consumo, gambusia nos tanques agrícolas e gasóleo nas águas paradas.

Apesar de em Santa Catarina ainda este ano não se registou qualquer caso de paludismo, dengue ou vírus Zica, a Delegacia de Saúde tem apostado na sensibilização porta-a-porta, com vista a pôr fim aos mosquitos transmissores de doenças.

Segundo o técnico Jailson Lopes, todos os dias, duas equipas dividem-se por diversos pontos do concelho de Santa Catarina para fazer este trabalho que tem contado com algum apoio da população.

“Se todos colaborassem, agora que se aproxima a época da chuva poderíamos ter 80 por cento do trabalho bem feito. A população tem que colaborar para que tenhamos um Cabo Verde livre de mosquitos”, disse, assegurando que durante esta campanha tentam passar informações sobre que medidas tomar para prevenir a proliferação dos mosquitos.

Na localidade de Mato Sanches, onde a equipa se desloca praticamente todas às quintas-feiras, assegurou que a situação já está praticamente controlada, porque nas casas visitadas não encontraram quaisquer vestígio das larvas.

Para massificar esta luta, a Delegacia de Saúde, em parceria com a Comissão de Combate à Sida, está a promover, em Assomada, uma acção de informação, educação e comunicação para a sensibilização na luta contra paludismo para 50 agentes de saúde da Região Sanitária de Santiago Norte.

De acordo com o enfermeiro, José Maria Carvalho, a partir de segunda-feira, 17, esses agentes vão estar na comunidade a sensibilizar as pessoas nesta luta contra os mosquitos vectoriais.

“Neste ano, ainda não temos nenhum caso, nem importado e nem autóctone, mas no ano passado tivemos cinco casos importados. Estamos a fazer de tudo para eliminarmos os mosquitos vectoriais”, disse.

AM/JMV

Inforpress/Fim

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