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Santa Catarina: Delegacia da Saúde reforça campanha de pulverização para eliminar focos de mosquitos

Assomada, 16 Jun (Inforpress) – A Delegacia de Saúde de Santa Catarina tem em curso medidas de reforço de luta anti-vectorial nesse município do interior de Santiago, dando prioridade à pulverização das casas nas zonas consideradas de “maior risco”.

A campanha, que culmina em Setembro, segundo avançou hoje à Inforpress, a coordenadora de equipa de luta anti-vectorial em Santa Catarina, Madalena Monteiro, está enquadrada no plano de acção da Delegacia de Saúde, reforçado todos os anos por altura do Verão (época pré-chuva), visando prevenir e lutar contra o paludismo.

No entanto, a responsável lembrou que esta campanha de luta anti-vectorial iniciou-se no mês de Maio, com acções de sensibilização voltadas para a população, com foco na importância da prevenção dessas doenças vectoriais (paludismo, dengue e zika) e colocação de abate nas águas em todas as localidades desse concelho.

Relativamente à campanha de pulverização das casas, ora iniciada, Madalena Monteiro informou que a mesma arrancou nas localidades consideradas de “maior risco” (com históricos de casos de paludismo e com mosquito vector), nomeadamente Mato Sanches e Achada Leite, sendo que neste primeiro a acção já foi concluída.

A mesma fonte assegurou que, além dessas duas zonas identificadas este ano como sendo as de “maior risco”, a campanha de pulverização vai ser estendida a outras zonas e a todas as instituições de ensino do concelho de Santa Catarina.

Apesar da redução da equipa de luta anti-vectorial por causa do novo coronavírus (covid-19), a coordenadora da campanha manifestou a disponibilidade daquela instituição de saúde em fazer pulverização em outras instituições, caso for houver necessidade.

Depois de Mato Sanches e Achada Leite, avançou que a campanha vai chegar às localidades de Charco e da Ribeira da Barca, dando prioridade à pulverização das escolas.

“Apelamos à população a se engajarem, porque a luta não é só da Delegacia de Saúde, mas de todos nós, para que possamos eliminar o paludismo em Cabo Verde, conforme a proposta do Ministério da Saúde e da Segurança Social pelo menos até 2020”, apelou.

Mas para tal acontecer, Madalena Monteiro pediu às pessoas para taparem sempre as vasilhas, reservatórios e cisternas de águas e entre outras medidas que visam eliminar os viveiros dos mosquitos.

Na ocasião, fez saber que este ano o concelho de Santa Catarina não registou nenhum caso de paludismo, mas, no entanto, lembrou que no ano passado registou um caso, mas importado de Angola e não autóctone.

FM/JMV

Inforpress/Fim

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