Sal/5 de Julho: Presidente AM defende “receitas” em prol de homem novo sob pena de ser trucidado pela ganância e corrupção

 

Espargos, 05 Jul (Inforpress) –  O presidente da Assembleia Municipal (AM) do Sal, Carlos Santos defendeu hoje “receitas novas” em prol de “um homem novo” na construção da sociedade cabo-verdiana sob pena de ser trucidado pela ganância e corrupção.

Carlos Santos fez essas considerações no acto solene de celebração do dia da Independência de Cabo Verde, assinalado hoje 05 de Julho, considerando que a crise de valores apoderou-se de “forma feroz” da sociedade, o que interpela a uma mudança de atitude e comportamento.

“Interpela-nos para, à semelhança dos nossos antepassados – nos últimos quinhentos anos -, arregaçarmos as mangas, para mais uma vez sermos donos do nosso presente, construtores do nosso futuro, sob pena se sermos trucidados pela ganância, falta de ética, desonestidade e corrupção.

“Os tempos mudaram pelo que receitas novas terão que ser prescritas visando a educação na escola, em casa, em prol de um homem novo para o arquipélago”, enfatizou.

Considerando, por outro lado, que ao longo desses 42 anos de independência o país conheceu transformações a todos os níveis, viu, disse, as necessidades básicas serem supridas, “engalanou-se” com a construção de infra-estruturas portuárias, aeroportuárias e rodoviárias, reduziu-se a pobreza em todos os municípios, Carlos Santos denotou, entretanto, que o país viu também o incremento de um conjunto de males sociais que impõe dar combate.

“Que, inevitavelmente apelam para que a determinação do homem cabo-verdiano se mantenha acesa por forma a darmos combate e por consequência manter a sociedade sã. Muito se fez e muito continua por fazer”, exteriorizou.

Carlos Santos, conclui dizendo que a ilha do Sal se posiciona como um “batedor” nessa estrada que se deve palmilhar, aliando o económico ao social, sem descurar o ambiente, de forma assertiva e equilibrada.

Já, o edil Júlio Lopes, realçando também a importância da efeméride, celebrado por todos os cabo-verdianos nas ilhas e na diáspora, aponta que só é verdadeiramente independente, num regime livre e democrático, onde o desenvolvimento beneficia todos os segmentos da sociedade.

“Os cabo-verdianos, nós todos, aspiramos viver num país mais desenvolvido o que implica, crescimento económico e combate ao desemprego e, por outro lado, uma intransigente defesa da transparência na vida pública e a salvaguarda da justiça social”, sublinhou.

SC/FP

Inforpress/Fim

 

 

 

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