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Ribeira da Cruz: Associação dos Agricultores pretende fixar as mulheres nessa localidade com centro de tratamento de produtos agrícolas

 

Porto Novo, 21 Out (Inforpress) – A Associação dos agricultores em Ribeira da Cruz, interior do Porto Novo, Santo Antão, espera com a unidade de tratamento, embalagem e comercialização de produtos agrícolas, já na fase de implementação, fixar as mulheres nessa localidade.

Edivaldo Neves, dirigente desta associação, explicou que as mulheres, sobretudo jovens, da Ribeira da Cruz, um dos mais importantes vales agrícolas no Porto Novo, têm procurado os centros urbanos para viver, já que não conseguem trabalhar na agricultura, por ser uma actividade que exige muito esforço físico.

A associação dos agricultores dessa localidade pretende com a criação do centro de tratamento, embalagem e comercialização, que deve começar a funcionar a partir de Novembro, “fixar” as mulheres nessa localidade.

“Se por um lado, muitos jovens de sexo masculino têm regressado à Ribeira da Cruz para investir na agricultora, acontece o inverso com as mulheres, uma vez que a faina agrícola é um actividade um pouco pesada para elas”, avançou Edivaldo Neves.

A Associação dos Agricultores em Ribeira da Cruz espera, a partir do próximo mês, estar em condições de proceder às “primeiras experiências” a nível de tratamento e embalagem dos produtos agrícolas dessa localidade e arredores.

O edifício, cedido pelo Ministério da Agriculta e Ambiente (MAA), onde vai ser instalada a unidade, está a receber obras de remodelação, esperando-se, dentro de pouco tempo, iniciar as primeiras experiências em termos de tratamento e embalagem dos produtos locais.

A instalação do centro de tratamento e embalagem de produtos agrícolas em Ribeira da Cruz, insere-se num projecto de desenvolvimento agrícola, co-financiado em cerca de 80 mil dólares (mais de seis mil contos), através do GEF(Fundo do Ambiente), que abrange ainda os vales de Martiene e Chã de Norte.

O projecto, que tem ainda como parceiros o MAA, a Câmara Municipal do Porto Novo e SARAI (uma organização não-governamental espanhola ligado ao desenvolvimento rural), inclui ainda a comercialização dos excedentes e formação em agro-ecologia aos agricultores.

Numa segunda fase, a intenção dos agricultores avançarem para a transformação dos produtos.

JM/JMV

Inforpress/Fim

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