Resultados do estudo de avaliação da resiliência das empresas devem ser conhecidos ainda em Fevereiro – INE

Cidade da Praia, 07 Jan (Inforpress) – Os resultados do estudo de avaliação da capacidade e resiliência das empresas cabo-verdianas face à situação económica actual, realizado pelo INE, a pedido do Banco Mundial, devem ser conhecidos ainda em Fevereiro, conforme a previsão do vice-presidente do INE.

O inquérito, que tinha ainda por objectivo conhecer os desafios actuais e futuros do tecido empresarial cabo-verdiano, decorreu de 24 a 28 de Janeiro de 2022 e com a recolha de recolha de dados por telefone e suportado por tablet.

A intenção, segundo Fernando Rocha, era de inquirir um total de 400 empresas dos principais sectores da economia cabo-verdiana, mas conseguiu-se inquirir 350, o que na perspectiva do Instituto Nacional de Estatística (INE) representa uma percentagem aceitável, tendo em conta os meios utilizados.

“Sabíamos de antemão que iriamos ter algumas pequenas resistências, mas grosso modo as empresas colaboraram, isto significa que é um método a considerar nas próximas operações estatísticas, tinha que inquirir cerca de 400 empresas e acabámos por inquirir 350 empresas, o que do nosso ponto de visita é um número bastante aceitável”, disse.

De acordo com o vice-presidente do INE, neste momento está-se na fase de “controlo de coerência” dos dados recolhidos no cruzamento das variáveis, estando a instituição em condições de cumprir com o prazo acordado que é até ao final de Fevereiro.

“O prazo é até final de Fevereiro, mas acreditamos que se clamar na próxima semana estaremos em condições de disponibilizar os dados ao pessoal do Banco Mundial”, disse.

O INE concluiu hoje, 07 de Fevereiro, a recolha dos dados junto dos agregados familiares no quadro de um outro estudo para avaliar os impactos da pandemia nas famílias cabo-verdianas, também encomendado pelo Banco Mundial.

“O objectivo de avaliar é monitorizar o impacto da pandemia nas condições de vida das famílias em Cabo Verde, permitindo, assim, identificar os grupos populacionais mais “vitimados/impactados” por esta pandemia”, explica o INE.

Este inquérito foi também realizado por telefone, e segundo Fernando Rocha, apesar de alguma resistência, tendo em conta que era uma operação exaustiva, conseguiu-se atingir os propósitos que era de inquirir um número aceitável de agregados familiares.

MJB/JMV
Inforpress/fim

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