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Representante da UE em Cabo Verde defende melhoria das condições dos profissionais de comunicação social (RECTIFICADA)

Cidade Velha, 03 Mai (Inforpress) – A representante da União Europeia (UE) em Cabo Verde, Sofia Moreira de Sousa, defendeu hoje que apesar de existir a liberdade de imprensa no país, as condições dos jornalistas e dos profissionais da comunicação social devem ser melhoradas.

Sofia Moreira de Sousa falava à imprensa à margem da sessão de abertura da mesa redonda sobre as “Novas Tecnologias de Informação e Comunicação, fast e fake news: desafios à classe jornalística”, promovida pela UE, em parceria com a Associação Sindical dos Jornalistas de Cabo Verde (AJOC), na Cidade Velha, para assinalar o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa.

“Não é pelo facto de estarmos num país que há liberdade de imprensa que nos podemos regozijar e não prestar atenção aos desafios que vão surgindo”, avisou a representante da UE na Praia.

Em relação ao tema em debate, Sofia de Sousa classificou-o como um “grande desafio” a nível mundial, por se tratar de analisar a rapidez com que as notícias são relatadas pondo em causa o tempo necessário para apurar a veracidade dos factos.

“Estamos num século onde temos mais acesso a informação, mas isso não implica que as pessoas estão melhores informadas”, notou a diplomata, considerando que é da responsabilidade dos profissionais de comunicação passar a informação correta.

Durante a sua intervenção na abertura da mesa redonda, a representante da UE em Cabo Verde observou que os ataques contra os meios de comunicação social e os jornalistas são “contra a democracia e a liberdade”.

Entretanto, numa declaração por ocasião do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, a Alta Representante da União Europeia, Federica Mogherini, reconheceu que esta efeméride está a ser celebrada num “contexto difícil para o jornalismo”.

“Apelamos a todos os Estados para que condenem a violência contra jornalistas, tomem medidas para reforçar a sua segurança, com especial atenção para as mulheres jornalistas e que levem a julgamento os autores e instigadores deste tipo de violências”, frisou Mogherini.

OM/CP

Inforpress/Fim

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