Search
Generic filters
Exact matches only
Search in title
Search in content
Search in excerpt
Filter by Categories
Politica
Desporto
Economia
Sociedade
Ambiente
Cooperação
Cultura
Internacional
Destaques
Eleições

Relatório do GAO é o reflexo dos esforços do Governo sobretudo na gestão da pandemia – ministro (c/áudio)

Santa Maria, 03 Dez. (Inforpress) – O ministro das Finanças, Olavo Correia, considerou hoje que a “apreciação positiva” da missão de avaliação do Grupo de Apoio Orçamental (GAO) é o reflexo dos esforços que o Governo tem consentido, sobretudo na gestão da pandemia e suas consequências.

Olavo Correia fez essas considerações durante uma conferência de imprensa para apresentação do balanço da missão de avaliação do Grupo de Apoio Orçamental, que teve lugar aqui no País, no passado mês de Novembro, onde o Governo e os parceiros do GAO discutiram tópicos relacionados com a estabilidade macroeconómica, dívida pública e sector empresarial do Estado (SEE), entre outras matérias.

Segundo o governante, estes resultados só foram conseguidos com o “forte suporte” e apoio dos parceiros do grupo orçamental, cujo relatório, conforme salientou, corrobora as posições do Governo em relação aos desafios que Cabo Verde enfrenta hoje.

“Desafios que têm a ver com a perda de receitas públicas, com a necessidade de acelerarmos as reformas económicas, nomeadamente no que tange às privatizações e concessões, desafios que têm a ver com a promoção do emprego e da empregabilidade, sobretudo na camada jovem”, enumerou, entre outras situações.

Tendo isto ficado “muito claro e muito patente”, o vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças destacou ainda o facto de os parceiros do GOA terem identificado e salientado “todo o esforço” que o Governo vem fazendo em matéria de transparência da coisa pública.

“E nós temos que continuar com esta agenda para que toda a gestão da coisa pública seja de forma transparente, auditada, mas sobretudo focada na produção de resultados para os nossos concidadãos… tudo isso foi devidamente relevado”, sublinhou.

Olavo Correia conta, por outro lado, que ficou também “muito patente” que o Governo tem que fazer um esforço no sentido de mobilizar mais recursos endógenos, através de uma gestão cada vez mais rigorosa e criteriosa, quer a nível das despesas públicas quer a nível das receitas públicas.

“Temos que avançar para medidas de política económica que possam promover a diversificação da economia cabo-verdiana, no digital, na economia verde, na economia azul, na transformação energética, mas também nas indústrias criativas, e nos sectores voltados para a exportação, também apostar na retoma económica”, enunciou, frisando que a análise que os parceiros fazem da economia cabo-verdiana é a perspectiva do governo.

“Temos um alinhamento perfeito, em termos daquilo que é a situação actual, mas também em termos daquilo que deverá ser as grandes linhas de políticas públicas para o futuro, em relação aos desafios de curto e longo prazo”, considerou.

Olavo Correia finaliza dizendo que para além do envelope financeiro de apoio orçamental, o “diálogo franco, construtivo e crítico, quando necessário”, com os parceiros, tem sido “importante” para o Governo melhorar a qualidade das políticas públicas no País.

SC/JMV
Inforpress/Fim

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
  • Galeria de Fotos