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Reitor da Universidade Lusófona inicia périplo pela ilha de Santiago com visita a membros do Governo

Cidade da Praia, 14 Set (Inforpress) – O reitor na Universidade Lusófona de Cabo Verde, Carlos Alberto Gonçalves, iniciou hoje um périplo de quatro dias pela ilha de Santiago com visitas ao primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, e ao ministro da Educação, Amadeu Cruz.

“Foram dois bons encontros. O primeiro encontro com o primeiro-ministro foi extremamente motivador porque ele nos impulsionou a falar com os outros governantes sobre aquilo que nós pretendemos ter. Expusemos, seja ao primeiro-ministro, seja ao ministro da Educação as ideias que nós temos relativamente ao futuro da Universidade Lusófona de Cabo Verde”, disse o reitor em declarações à imprensa.

Neste momento, disse, a equipa da Universidade Lusófona tem “uma agenda cheia” para toda a ilha de Santiago, da qual fazem ainda parte encontros com o ministro da Administração Interna, Paulo Rocha, com a secretária de Estado da Educação, Eurídice Monteiro, com o presidente da Associação Nacional dos Municípios de Cabo Verde, Herménio Fernandes, com o presidente da Assembleia Nacional, Austelino Correia.

“Amanhã vamos estar no interior de Santiago, vamos reunirmos com alguns reitores das universidades sediadas na ilha de Santiago. Todos esses encontros são para trocarmos as ideias e impressões sobre o que a Lusófona pretende fazer no futuro”, acrescentou.

Segundo Carlos Alberto Gonçalves, a Lusófona, desde logo, pretende ter uma oferta formativa que vá de encontro aos objectivos do desenvolvimento de Cabo Verde, diferente das outras universidades e formatada para a realidade actual.

“Desde logo temos uma formação na área autárquica, como já disse ao ministro da Educação e ao primeiro-ministro, de especialização que vai arrancar nos próximos tempos com especialistas nacionais da área para dotar os gestores municipais de ferramentas capazes de alavancar o desenvolvimento ao nível local e comunitário”, exemplificou.

Carlos Alberto Gonçalves disse ainda que há outras formações de curta duração para este ano, relembrando que a Universidade Lusófona não vai abrir cursos novos este ano, continuando com os cursos já existentes “por uma razão estratégica” porque pretende que o próximo ano lectivo, 2022/23, seja para apresentar a sociedade cabo-verdiana cursos capazes de alavancar o desenvolvimento de Cabo Verde.

GSF/ZS

Inforpress/Fim

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