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Proprietário de escola de condução alerta para a fraca sinalização rodoviária em Santo Antão

Ribeira Grande, 30 de Nov (Inforpress) — O proprietário da Escola de Condução Melo, Arlindo Melo alertou hoje as autoridades para a fraca sinalização rodoviária em Santo Antão, defendendo a necessidade de fazer um estudo “minucioso” sobre a sinalização na ilha.

Arlindo Melo, que falava à Inforpress, alegou que a sinalização rodoviária em Santo Antão é “bastante” deficitária, isto porque, segundo explicou, existem situações que ele considerou “caricatas” ao olho de qualquer pessoa.

“Temos uma rotunda que não é rotunda, e sim uma praça circular porque se fosse rotunda teria que ter sinalização de cedência de passagem e um sinal de obrigação indicando que de facto ali é uma rotunda” explicou.

A mesma fonte salientou haver outras “lacunas” que considerou “gravíssimas”, como a falta de sinalização complementar em sítios com “alguns sinais de sentido único, mas do outro lado não há sinal indicando o sentido de proibido e vice-versa”.

“O que defende os condutores de Santo Antão de muitos acidentes é que eles são cautelosos e gostam do que fazem, tirando um ou outro caso. Embora se formos ver no p Código, temos muitas lacunas”, alertou.

O proprietário da Escola de Condução Melo falou ainda sobre os quebras molas distribuídos um pouco por toda ilha que, a seu ver, são “mal feitas”.

“Os quebras molas parecem montanhas, porque não foram feitos nas dimensões certas e se o condutor estiver desatento, pode provocar um despiste” sublinhou.

Por sua vez, o vereador do Ambiente e Saúde da Câmara Municipal da Ribeira Grande (CMRG), Rui Costa, garantiu que a edilidade está a trabalhar no plano de sinalização das cidades da Ribeira grande e Ponta do Sol.

“Estamos a trabalhar um plano para discutirmos com a Direção-geral de Transporte Rodoviários (DGTR) e com o Instituto de Estrada, para ver se conseguimos financiamento para fazer a sinalização dessas cidades”, disse.

Em relação às outras questões, o autarca afiançou que há lugares onde há sinais e outros não, mas salientou que o Código de Estraga é dividida em duas partes, “regra e sinal”, e que lá onde não há sinal é gerido por regra de prioridade, “que é claro, no trânsito”.

“Pensamos introduzir os sinais logo que conseguirmos um financiamento do projecto, pois tem custos. Só um sinal completo custa mais de 20 e mil escudos e dentro das duas cidades estão previstos mais 70 sinais, o que leva algum custo e a câmara por si só não sinaliza as duas cidades”, explicou.

LFS/JMV
Inforpress/ Fim

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