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Professores com mestrado reclamam de “injustiça” do Ministério da Educação na reclassificação (c/áudio)

Cidade da Praia, 02 Jan (Inforpress) – Um grupo de professores com mestrado concluído em 2015 reclamaram hoje a “injustiça” de que foram alvo por parte do Ministério da Educação ao virem seus nomes retirados da lista de reclassificados em Dezembro de 2019.

Em declarações à imprensa, após uma tentativa de desmarcação da conferência convocada pelo grupo de professores filiados no Sindicato Democrático dos Professores (SINDPROF), Norberto Tavares avançou que o estatuto do pessoal docente preconiza a reclassificação de professores que terminassem novas formações até 31 de Dezembro de 2015.

Face ao estipulado, o porta-voz dos professores, que se auto-intitulam de injustiçados, realçou que foi feito um trabalho de sensibilização junto do ministério, tendo o grupo recebido resposta no sentido de que o processo iria ser avaliado de acordo com o Estatuto da Carreira do Pessoal Docente.

“Recebemos um ‘feed-back’ positivo quanto ao processo, que depois foi reconfirmado pela ministra no programa ‘A Entrevista’, da TCV, e ouvida por todo Cabo Verde quando disse que iria classificar todos os professores que conseguiram novos graus académicos até 31 de Dezembro”, disse.

A “grande surpresa”, segundo Norberto Tavares, foi que aquando da publicação no Boletim Oficial o grupo deu conta que os professores que obtiveram mestrado e doutoramento no ano indicado não foram incluídos na lista publicada.

Após isso, explicou, o grupo procurou informações sobre a razão de terem sido retirados da lista, mas a justificação, segundo disse, foi “simples e curta”, ou seja, de que os nomes foram retirados por um dirigente do Ministério da Educação.

Neste âmbito, o grupo apela a todos os professores para se unirem e fazer uma revisão mais detalhada sobre o Estatuto, principalmente, no que diz respeito a reclassificação.

“O Ministério da Educação, até o momento, não nos deu qualquer explicação, pelo que queremos que alguém de direito nos justifique tal medida”, questionou.

Além desta “injustiça”, o grupo manifestou ainda surpresa por, após ter marcado uma conferência de imprensa no sindicato a que estão filiados, terem chegado ao local e encontrado a porta fechada e alguém a tentar desmarcar o encontro sem que fossem avisados.

Consideraram estranha tal atitude, pelo que esperam uma explicação do Sindprof, sindicato em que estão filiados.

Filiados no Sindicato Democrático dos Professores (Sindprof), o grupo de professores que concluiu o mestrado no ano de 2015 afirmam querer explicações sobre o porquê dos seus nomes terem sido retirados da lista dos 60 professores reclassificados no passado 18 de Dezembro, de acordo com o Boletim Oficial II série do mesmo dia.

PC/AA

Inforpress/Fim

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