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Processo de Internacionalização Centro de Competências e da CERMI passa por São Tomé e Príncipe (c/áudio)

Cidade da Praia, 08 Mar (Inforpress) – O director-geral adjunto do Centro de Competências de Cabo Verde (CdC-3C), Edson Mendes, disse hoje que há uma “aposta forte” em São Tomé e Príncipe para o processo de internacionalização do mercado cabo-verdiano.

O responsável falava à imprensa no âmbito da cerimónia de abertura da formação de formadores para técnicos da Empresa de Água e Energia de São Tomé e Príncipe (EMAE), de São Tomé e Príncipe, enquadrado no projecto de capacitação dos profissionais da EMAE.

Financiado pelo Banco Europeu de Investimento, o CdC-3C, em parceria com o Centro de Energias Renováveis e Manutenção Industrial (CERMI), a Electra e a SOFRECO, a acção formativa decorre de hoje a 18 do corrente, no CERMI e conta com a participação de 12 profissionais e dirigentes dos diferentes departamentos da EMAE.

Segundo este responsável, o CdC-3C e o CERMI iniciaram um processo de prospecção do mercado internacional e já contam com uma estratégia específico para o mercado nacional, capacitando assim muitos profissionais nacionais.

Adiantou que possuem também algumas estratégias e projectos para o mercado internacional, nomeadamente para o mercado regional da CEDEAO e para os PALOP.

Sendo assim, revelou, “estamos a apostar fortemente em São Tomé e Príncipe” para o processo da internacionalização do mercado cabo-verdiano.

“São Tomé e Príncipe está a apostar fortemente no desenvolvimento do sector energético, particularmente no departamento eléctrico”, continuou Edson Mendes, pelo que o CdC-3C, o CERMI e a Electra poderão ser parceiros, apoiando também o “país irmão” no seu processo de transição energética.

E com a formação de formadores, pretendem, segundo a mesma fonte, capacitar os quadros daquela empresa na parte da energia eléctrica e em gestão e manutenção de infra-estruturas eléctricas, mas também na área comercial e gestão de recursos humanos no sector eléctrico.

Tendo em conta a natureza da formação, ressaltou, houve a necessidade de estabelecer uma parceria “muito importante” com a Electra que é a congénere da Empresa de Água e Energia (EMAE), de modo a tornar a formação mais prática, pelo que, adiantou, muitas das actividades práticas irão decorrer nas instalações da Electra.

Segundo o director-geral adjunto do CdC-3C, a capacitação vai ser de troca e partilha de experiências entre as três partes, pelo que espera que este seja o início de uma “parceria frutífera”.

 A ideia, revelou Edson Mendes,  é que aqueles profissionais ao regressarem ao país de origem possam replicar a formação nos seus respectivos departamentos e serviços, pelo que o período de manhã está destinado para formação pedagógica de formadores e o período de tarde para a parte técnica.

TC/AA

Inforpress/ Fim

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