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Primeiro-ministro considera estruturante cultivar e aprimorar valores contra a discriminação

Cidade da Praia, 18 Dez (Inforpress) – O primeiro-ministro considerou hoje estruturante cultivar e aprimorar os valores como a igualdade, a equidade, a tolerância e da não discriminação como base para qualquer progresso, por ser fundamental para a construção e desenvolvimento de qualquer país.

Ulisses Correia e Silva teceu estas considerações durante a cerimónia do lançamento do guia para alunos e alunas “Educando para a Igualdade”, realizada na manhã de hoje, numa iniciativa do ICIEG, tendo revelado que “educar, formar e comunicar para a igualdade do género é a base mais forte para impulsionar e tornar sustentável a construção de valores”.

Explicou que começar um processo com crianças de 4/5 anos até chegar a um jovem dos 19/20 anos simboliza uma “transformação imensa” se a aposta for de facto em processos que “mudam atitudes e comportamentos e criam valores”, em função da não discriminação da raça, etnias, sexo ou de qualquer factor que crie mais vantagens de uns em relação a outros.

“Nós temos vários desafios ainda (…) a nível da participação política, demos um passo importantíssimo. Afinal não há falta da disponibilidade das mulheres para fazerem parte de listas nas autárquicas ou nas legislativas”, referiu Correia e Silva, para quem no mercado do trabalho “a diferenciação positiva deve ser um factor importante” para uma “melhor integração”.

Exortou ainda para políticas de diferenciação positiva no âmbito da luta contra a pobreza e da autonomia das famílias pelo empoderamento, reconhecendo que no sector informal do País a maior parte das actividades é realizada pelas mulheres, mas que precisa ser alavancada a qualidade de remuneração, já que muitas delas vivem com o rendimento diário “muito baixo”.

Enquanto isto, a coordenadora residente das Nações Unidas em Cabo Verde, Ana Graça, felicitou o Governo pela iniciativa do ICIEG e do Ministério da Educação, afiançando que “simboliza mais um passo notável na transversalização do género”.

Referiu a igualdade do género como “um direito humano fundamental e o alicerce” para a construção de um mundo “mais pacífico, próspero, sustentável e equitativo para todos”, intrinsecamente ligada ao direito à educação e cidadania de um povo.

Isto, elucidou,  para que todas as crianças e jovens possam contribuir para a implementação dos Objectivos do Desenvolvimento Sustentável, assegurando a educação inclusiva e equitativa para todos e o alcance da igualdade do género e o empoderamento de todas as mulheres e raparigas.

SR/AA

Inforpress/Fim

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