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Primeiro-ministro congratula-se com chegada de 56 mil doses da vacina AstraZeneca oferecidos pelo Luxemburgo

Cidade da Praia, 13 Set (Inforpress) – O primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, congratulou-se hoje com a chegada de 56 mil doses da vacina AstraZeneca oferecidas pelo Luxemburgo, considerando o gesto especial e que chega em boa hora.

Ulisses Correia e Silva fez esta declaração, após a recepção das 56 mil doses da vacina AstraZeneca, iniciativa que incluiu ainda a oferta de três caixas contendo seringas e agulhas necessárias para aplicar as vacinas.

Conforme frisou, Cabo Verde acolhe este donativo como um “gesto muito especial” porque chega em boa hora, em que o País tem estado a fazer um grande esforço de vacinação.

“Temos tido uma boa colaboração dos nossos parceiros bilaterais, já alcançamos mais de 75 por cento (%) da população adulta vacinada, pelo menos com uma dose, mas pretendemos, até finais de Outubro, atingir 85%”, assinalou.

Reconheceu os esforços e a intervenção do Luxemburgo desde a primeira hora nesta acção de solidariedade para com Cabo Verde, sublinhando que o País quer continuar a contar com este apoio e parceria no lançamento da economia.

“O lançamento da economia vai ser muito forte, mas estamos convencidos de que vamos conseguir, não só pelo esforço dos cabo-verdianos, mas também, pela liderança do seu Governo, pelo sector empresarial nacional e pela confiança dos investidores externos”, sustentou.

Já o embaixador do Luxemburgo em Cabo Verde, Conrard Bruch, disse que a chegada de 56 mil doses de vacina é uma modesta contribuição para a luta contra a pandemia, desejando que este reforço seja uma ajuda importante contra o vírus no arquipélago.

De acordo com o diplomata, este apoio insere-se no quadro de uma contribuição mais ampla em que o Luxemburgo se comprometeu a doar 350 mil doses aos países parceiros, mostrando-se satisfeito por Cabo Verde ter sido o primeiro a receber entre esses países.

“Temos consciência das dificuldades que o País atravessa actualmente do ponto de vista sanitário e económico, mas neste contexto, quer o Luxemburgo, quer a União Europeia, colocarão todos os meios à sua disposição para ajudar o País nesta luta”, sublinhou.

HR/HF

Inforpress/Fim

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