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Primeira-dama participa na Cimeira Pan-Africana sobre acesso à água e saneamento

Cidade da Praia, 23 Abr (Inforpress) – A primeira-dama, Lígia Fonseca, participou hoje na Cimeira Pan-Africana e Reunião de compromissos de líderes regionais para melhorar o acesso à Água Potável, Saneamento e higiene, em que, segundo ela, alguns países apresentaram a suas experiências no sector.

Em declarações à Inforpress, no final do encontro em que participou através da plataforma digital, Lígia Fonseca disse que houve um apelo no sentido de se  aumentar o apoio aos países, para que disponham de recursos para água, saneamento e higiene.

“Foi um apelo muito forte das primeiras damas para serem uma voz de pressão, de sensibilização e de fiscalização para as questões de água, saneamento e higiene”, indicou, acrescentando que no enceramento, que esteve a seu cargo, estimulou as colegas no sentido de usarem as suas influências para sensibilizar as instituições em relação a esta problemática.

Na sua perspectiva, este trabalho de sensibilização pode ser feito sem necessário falar muito, apontando como exemplo uma visita a uma unidade de cuidados de saúde, com a cobertura da comunicação social que pode pôr a nú as deficiências e pode mostra também o que tem sido feito.

Estas acções, de acordo com Lígia Fonseca, acabam por ser, por um lado, uma “forma de sensibilização” e, por outro, de pressão para os decisores “colmatarem as carências”.

A educação da sociedade e das pessoas para o bom uso da água foi igualmente uma das preocupações que a primeira dama do País apresentou.

“Os Estados têm de garantir o acesso das pessoas à água, mas por parte das pessoas tem de haver também uma sensibilização para  utilizá-la bem”, indicou, mostrando-se apreensiva pelo facto de, em Cabo Verde, um país onde a água é um “bem tão precioso” e, no entanto, se vê o seu desperdício.

A educação para a protecção das infra-estruturas de saneamento, sublinhou, é, também, “muito importante”, sobretudo nos países pobres como Cabo Verde.

“Quando despejamos tudo pelas condutas, podemos estar a destruir as infra-estruturas de saneamento”, apontou, acrescentando que há regras de como tratar o lixo que devem ser observadas por todos.

A higienização, enfatizou, é importante na prevenção das doenças, já que muitas das enfermidades, nomeadamente intestinais, são causadas por falta de asseios.

“A higiene tem que existir nas unidades de cuidados de saúde, mas tem que haver nas nossas casas e comunidades onde estamos”, observou Lígia Fonseca.

Instada sobre a situação sanitária em Cabo Verde, reconheceu que se registaram “melhorias significativas” e que o facto de mais de 93 por cento da população ter acesso à água potável mostra o investimento feito pelos sucessivos governos no sector.

LC/CP

Inforpress/Fim

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