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Presidente do SNPCB ouvido em Comissão Especializada sobre actividades sísmicas na ilha Brava

Cidade da Praia, 13 Mar (Inforpress) – O presidente do Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros (SNPCB) vai ser ouvido hoje sobre as actividades sísmicas na ilha Brava pela Comissão Especializada de Economia, Ambiente e Ordenamento do Território (CEEAOT) da Assembleia Nacional.

Segundo a convocatória da audição a que a Inforpress teve acesso, Nuno Oliveira será ouvido pela comissão presidida pelo deputado Luís Carlos dos Santos Silva, nos termos do artigo 42º do Regimento da Assembleia Nacional.

De acordo com a convocatória, a comissão pretende com a audição, conhecer as medidas tomadas durante as actividades sísmicas naquela ilha e os processos em andamento, nomeadamente o plano de evacuação, o plano de urgência e a Estratégia Nacional de Redução do Risco de Desastre.

As actividades sísmicas na Brava foram registas em Agosto de 2016, sendo que as populações das localidades de Cova Joana e Benfica foram evacuadas para a cidade de Nova Sintra, como medida de precaução, já que se temia uma eventual erupção vulcânica que não chegou a acontecer.

A audição está marcada para às 10:00, na sala de reuniões da Associação Nacional do Municípios de Cabo Verde (ANMCV), em Achada Santo António, Cidade da Praia.

Entretanto, a antecipar a audição com o presidente do SNPCB, pelas 09:00, aComissão Especializada de Economia, Ambiente e Ordenamento do Território vai analisar a medida de resolução decretada pelo Banco de Cabo Verde (BCV) ao Novo Banco, que consiste na alienação parcial das suas actividades e da maior parte dos seus activos e passivos à Caixa Económica de Cabo Verde (CECV).

Em conferência de imprensa na sexta-feira, 10, o ministro das Finanças, Olavo Correia,jágarantiu que os culpados pela “deterioração” da situação financeira do Novo Banco, que pode custar ao Estado 1.800.000 contos e mais de 60 postos de trabalho, serão responsabilizados.

Os accionistas do Novo Banco e que têm de suportar essa perda são, o Estado de Cabo Verde que tem uma participação de 42,33%, o Instituto Nacional de Previdência Social (INPS – 28,28%), a CECV (11,76%), os Correios de Cabo Verde (7,35%), a Imobiliária Fundiária e Habitat (IFH – 7,35%) e o Banco Português de Gestão (2,94%).

DR/CP

Inforpress/Fim

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