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Presidente do ICIEG “expectante” quanto à incorporação de mulheres nas listas para eleições legislativas

Cidade da Praia, 18 Jan (Inforpress) – A presidente do ICIEG disse hoje estar “expectante” quanto à incorporação das mulheres nas listas para as eleições legislativas de Abril para que o País cumpra com os 40 por cento (%) de mulheres no parlamento.

Rosana Almeida, na qualidade de presidente do Instituto Cabo-verdiano para a Igualdade e Equidade de Género (ICIEG), fez esta afirmação à Inforpress, à margem da abertura online da formação em Direito e Finanças Municipais, destinado aos eleitos locais.

Para a mesma fonte, a “maior preocupação” nestas legislativas é ter em conta “detalhes que não correram na perfeição” nas autárquicas, tendo em conta que foi o primeiro impacto da Lei de Paridade.

“Vamos aprimorar para que sejam, devidamente, acautelados e corrigidos, para que a lei seja cumprida sem sobressaltos e que possa dignificar a todas e a todos. Vamos reunir com os secretários gerais dos partidos para um balanço sobre as eleições autárquicas para que possamos fechar o dossier e abrir o dossier legislativo”, disse.

Nesse encontro, a presidente do ICIEG afirmou que pretende articular com os representantes dos partidos políticos sobre o assunto, para que a Lei da Paridade seja cumprida nas legislativas, pois, adiantou, o País vai ter, necessariamente, 40% de mulheres no parlamento.

Quanto às presidenciais, realçou que o instituto tem em agenda a realização de um fórum para que as mulheres cabo-verdianas a exercerem fora do País relatem as suas experiências e o que fizeram para poderem ocupar o cargo que hoje usufruem.

“As mulheres já se empoderaram, se calhar estão a acautelar e as eleições presidências só acontecem em Dezembro”, disse, sublinhado, por outro lado, que a participação destas nas corridas eleitorais depende de si mesmas e dos homens que queiram suportar e apoiar as suas parceiras.

Realçou ainda que aos poucos as mulheres vão provando sua competência, que não seja por outros argumentos e motivos, uma vez que a sua participação “dignifica o processo”, que segundo disse “leva o seu tempo”.

Questionada se apoia o pedido da revisão da Constituição da República para que mulheres na diáspora possam também candidatar-se a cargos legíveis em Cabo Verde, Rosana Almeida observou que qualquer revisão da Constituição só deve acontecer depois das eleições legislativas e presidenciais, mas prometeu agendar um debate posteriormente sobre o tema.

PC/AA

Inforpress/Fim

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