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Presidente da República diz estar a acompanhar processos eleitorais na Guiné Bissau e em São Tomé e Príncipe

Cidade da Praia, 04 Out (Inforpress) – O Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, afirmou hoje que os processos eleitorais que decorrem actualmente na Guiné Bissau e em São Tomé e Príncipe estão a correr “na normalidade”, apesar dos “sobressaltos” no arranque da campanha.

O chefe de Estado, que falava aos jornalistas, hoje, na cidade da Praia, após presidir a cerimónia de abertura do XIII Congresso Mundial da Associação dos Farmacêuticos dos Países de Língua Portuguesa (AFPLP), que decorre de 03 a 05 deste mês, assegurou que a campanha tem decorrido normalmente.

Jorge Carlos Fonseca avançou que durante a sua estada nos EUA teve a oportunidade de conversar com os ministros dos Negócios Estrangeiros da Guiné Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Brasil sobre o processo eleitoral nos respectivos países.

Sobre a Guiné Bissau, afirmou que tudo leva a crer que as eleições ocorram na data prevista, 18 de Novembro, “apesar dos constrangimentos ligados as questões de ordem operacional e de logística”, relacionados com o atraso dos kits oferecidos pela Nigéria e de Cabo Verde, que não foi possível adaptar ao sistema eleitoral guineense.

Em relação a São Tome e Príncipe, que vai a votos no próximo domingo, avançou que o processo decorre “normalmente e tranquilo”, apesar do arranque com “alguma agitação”.

No que diz respeito ao Brasil, que tem eleições também marcadas para o próximo domingo, o Presidente da República disse esperar que “as coisas corram pelo melhor” não só para o bem do próprio país, mas também pelo papel que o Brasil tem na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e pelo relacionamento que mantém com Cabo Verde.

“É bom que em qualquer país com democracia o processo eleitoral decorra na normalidade democrática, o natural é que as pessoas aceitem os resultados do veredicto popular que tem sido a regra, e estou convencido que é isso que irá passar em todos esses países que tem eleições”, considerou.

AV/AA

Inforpress/Fim

 

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