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Jorge Santos exorta actores políticos a acolherem contribuições das organizações da economia social e solidária (c/áudio)

Cidade da Praia, 08 Mar (Inforpress) – O presidente da Assembleia Nacional exortou hoje aos actores políticos centrais e locais a adoptarem uma maior abertura para acolher as contribuições das organizações da economia social e solidária no desenho nacional das políticas públicas.

Jorge Santos fez esta alerta no acto do encerramento do seminário de sensibilização dos deputados nacionais, eleitos locais e dirigentes da administração pública, sob o lema “A Economia Social e Solidária e as políticas públicas”, tendo referido que a economia social solidária vem cumprindo o seu papel no acesso das famílias ao emprego, rendimento, contribuindo para a coesão e estabilidade sociais.

Sublinhou que a “economia social e solidária tem sido um instrumento valioso no desenvolvimento e preservação das conquistas alcançadas por Cabo Verde”, pelo que considerou ser desejável e necessário o reforço dos mecanismos internacionais e legais que reforcem o seu papel, no quadro das políticas públicas nacionais.

Neste Dia Internacional da Mulher, o antigo autarca da Ribeira Grande, disse que “as mulheres são a marca, forte da economia social e solidária em Cabo Verde”, tendo sublinhado que “a igualdade e equidade do género, objectivos e desafios centrais e inadiáveis para uma sociedade que se quer mais coeso e desenvolvido”, têm de ter a tradução prática.

A este propósito revelou que “estudos insuspeitos de organismos e agências internacionais têm revelado que os investimentos nas mulheres têm um impacto decisivo no crescimento económico dos países, aconselhando que Cabo Verde não deve perder a oportunidade de investir nas mulheres, sobretudo nas jovens, “facultando o acesso ao ensino de qualidade, ao emprego condigno e o rendimento”.

Considerou que os órgãos do poder local estão mais próximos das pessoas e dos seus problemas e que têm a percepção mais concreta das actividades da economia social e solidária, tendo referido a estabilidade e coesão social como um dos maiores activos de Cabo Verde com reflexos na diplomacia para enfrentar todas as adversidades nacional.

Evocou o papa Francisco para quem a “a dignidade de cada pessoa humana e bem-comum são questões que deveriam estruturar toda a política economia” , já que “requer que as desigualdades sociais sejam combatidas e que haja equidade social,”, enquanto o maior desafio económico deste tempo para todo o mundo.

O parlamentar reiterou, por outro lado, que a abertura do parlamento cabo-verdiano à sociedade afirma-se como uma das grandes prioridades do sistema politico, para a sua transparência e a credibilidade, ao mesmo tempo que prognóstico que 2019 vai ser um ano histórico para o parlamento cabo-verdiano, que espera, “pela primeira ter uma lei de paridade” no país, enquanto um dos instrumento para a justiça social.

SR/JMV

Inforpress/Fim

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