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Presidenciais’2021: Biografia do candidato Hélio Sanches que quer ser o “presidente de todos os cabo-verdianos”

Cidade da Praia, 27 Set (Inforpress) – Hélio de Jesus Pina Sanches, 56 anos, casado, natural de Santa Catarina, é advogado e consultor jurídico e assume-se como candidato às eleições presidenciais de 17 de Outubro.

Nascido em Nhagar, Assomada, município de Santa Catarina, a 20 de Janeiro de 1965, Hélio Sanches fez o ensino primário e complementar no liceu Amílcar Cabral e estudos secundários no Liceu Domingos Ramos, Praia.

Licenciou-se, com distinção, em Direito, na Universidade de Ciências, Económicas Jurídicas e Sociais, Mohamed V – Faculdade de Direito de Rabat, Marrocos em 1993 e tem também uma pós-graduação em Direito Processual Penal pelo Instituto de Ciências Jurídicas e Sociais (ICJS), de Cabo Verde, e pela Faculdade de Direito de Lisboa.

Foi deputado nacional da IX Legislatura, líder do Grupo Parlamentar da África Ocidental no Parlamento Pan Africano, dirigente nacional do Movimento para a Democracia e membro da Comissão Nacional de Eleições.

Hélio Sanches exerceu funções de director-geral do Património do Estado, assessor jurídico do ministro da Coordenação Económica e secretário-geral do Governo de Cabo Verde.

Mestre em Direito Internacional, Hélio Sanches decidiu candidatar-se ao cargo de Presidente da República, depois de receber o apoio de um grupo da sociedade civil.

Assume-se como candidato para servir o país e o povo, por acreditar que dispõe de capacidades política, profissional e intelectual para servir o arquipélago neste alto e exigente cargo.

“A meta é ganhar as eleições, e se for na primeira volta será melhor ainda, mas também poderá ser na segunda volta. Vou ganhar e ser um presidente diferente e de todos os cabo-verdianos dentro do quadro dos poderes que a Constituição me confere tudo farei para melhor servir o povo destas ilhas”, apontou.

Para tal, prometeu fazer uma campanha alegre, cívica, esclarecedora e que promove a união dos cabo-verdianos, respeitando sempre todas as directrizes e normas das entidades responsáveis de modo a combater a propagação da covid-19. 

Por outro lado, será uma campanha sem esbanjamento porque entende que num país como Cabo Verde, onde milhares de pessoas ainda vivem em situação de pobreza, não se pode gastar rios de dinheiro enquanto existem pessoas a sofrer por não ter condições que lhes permitem levar uma vida com dignidade.

Através de uma magistratura de influência, afirma que irá estimular o diálogo político e promover iniciativas que visam criar entendimentos políticos como a nível da reforma da justiça ou da educação, como áreas estratégicas para o desenvolvimento do país.

“Se for eleito presidente darei muita atenção às áreas da justiça e da educação, mas também não deixarei de me preocupar com a redução das desigualdades e pobreza extrema, a política externa, a segurança interna e darei uma atenção muito especial a nossa juventude, que é a nossa maior força”, acrescentou.

Hélio Sanches desvaloriza o facto da sua candidatura não contar com apoio partidário e diz que tem o apoio de todos os cabo-verdianos, “o que é mais importante”.

“Tenho recebido um apoio enorme de cabo-verdianos residentes no país e na diáspora, mas também dos imigrantes que vivem neste país. Os cidadãos sabem que a minha candidatura é a única oriunda de um movimento da sociedade civil, irá preocupar-se apenas, com os interesses dos cabo-verdianos e do país, porque não tem compromissos com grupos ou forças políticas que pretendem ter o controlo ou influência na Presidência da República”, referiu. 

Perspectiva um Cabo Verde diferente e bem melhor, ciente de que a forma como irá exercer o cargo será benéfico para o país e cabo-verdianos, imprimindo uma nova dinâmica na vida política e social do arquipélago. 

Nas presidenciais de 17 de Outubro, concorrem outros seis candidatos – Fernando Delgado, Gilson Alves, José Maria Neves, Carlos Veiga, Casimiro de Pina e Joaquim Monteiro.

As últimas eleições presidenciais em Cabo Verde ocorreram no dia 02 de Outubro de 2016, com três candidatos (Albertino Graça, Jorge Carlos Fonseca e Joaquim Monteiro), venceu Jorge Carlos Fonseca na primeira volta com 74% dos votos, para um segundo mandato.

AV/CP

Inforpress/Fim

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